NIETZSCHE: Reflexões sobre Estilo na Gaia Ciência

101. Voltaire. — Em todo lugar onde houve uma corte, ela estabeleceu a norma do bem falar e, com isso, também a norma do estilo para todos os que escreviam. A linguagem da corte, porém, é a linguagem do cortesão, que não tem profissão e que, mesmo em conversas sobre temas científicos, não se permite… Continue lendo NIETZSCHE: Reflexões sobre Estilo na Gaia Ciência

“E.M. Cioran: Reflexiones apasionadas y pasiones reflexivas” (José Luis Álvarez Lopeztello)

ПОЛИТИЧЕСКИЙ ВЕКТОР-PRO - Комплексные проблемы современной политики [Complex problem ofa modern policy POLITICAL VECTOR-PRO], 1-2/2018. ISSN 2307-1516 E.M. Cioran: Passionate reflections and reflective passions In this writing I inquire about the subjective mood on E. M. Cioran general proposal. In this way, I warn of the impending hazards of postulating en-tirely objective ideas; and it… Continue lendo “E.M. Cioran: Reflexiones apasionadas y pasiones reflexivas” (José Luis Álvarez Lopeztello)

“Cioran, el escepticismo y la elección estilística” (Alfredo Abad)

Revista Estudios de Filosofía, nº 60. Julio-diciembre de 2019, pp. 217-237. Instituto de Filosofía de la Universidad de Antioquia, Colombia. Resumen. Cioran introduce en su obra dos elecciones estilísticas bastante claras. Una enfocada en el lirismo donde la poesía tiene una influencia muy amplia, y otra centrada en un lenguaje crítico guiado por una prosa ácida… Continue lendo “Cioran, el escepticismo y la elección estilística” (Alfredo Abad)

“Insolência e imaginação” (Marília Fiorillo)

O santo ascético e o sábio desapaixonado não são seres humanos completos. Um pequeno número deles poderá enriquecer uma comunidade, mas um mundo composto de tais criaturas morreria de tédio. BERTRAND RUSSELL, Por que não sou cristão Desordenada, tumultuada, mítica, lírica, a dicção gnóstica é mais rica e conturbada que a canônica. Nela, tudo é… Continue lendo “Insolência e imaginação” (Marília Fiorillo)

“A expressão e o silêncio: o estilo de Cioran (epílogo)” – Fernando SAVATER

Embora tenha jurado nunca pecar contra a santa concisão, mantenho-me sempre cúmplice das palavras, e, se o silêncio me seduz, não ouso entrar nele, limito-me a girar na sua periferia.Do inconveniente de ter nascido Nos capítulos anteriores eu pretendi deixar falar, com a maior transparência possível, o pensamento de Cioran. É claro que o meu… Continue lendo “A expressão e o silêncio: o estilo de Cioran (epílogo)” – Fernando SAVATER

“As revelações da insônia: escritura e autobiografia em Cioran” – Rodrigo Menezes

Versão revisada e ampliada a partir do original "Les révélations de l'insomnie : écriture et autobiographie chez Cioran", in Anale. Seria Drept, volumul XXVII (2018), la editura Mirton Timisoara, ISSN 1582-9359. Facultatea de Drept şi Administraţie Publică, Universitatea Tibiscus din Timişoara. [PDF] Resumo: Toda autobiografia espiritual é uma canção do eu, escreveu Harold Bloom. Esta observação… Continue lendo “As revelações da insônia: escritura e autobiografia em Cioran” – Rodrigo Menezes

“Cioran e o grande estilo” (Stéphane Barsacq)

CIORAN, que não se entrega a mais nada, entregou-se ao francês. "Pensar em francês é apartar-se do caos, de tudo o que ele aporta de riquezas e de surpresas", escreve ele, lembrando que se refere mais do que tudo à clareza francesa. Ele faz sentir a embriaguez, em que se compraz com o mundo. Apanharam-no.… Continue lendo “Cioran e o grande estilo” (Stéphane Barsacq)

“Civilização e frivolidade” (E.M. Cioran)

Como suportaríamos a massa e a profundidade gasta das obras e das obras-primas, se espíritos impertinentes e deliciosos não houvessem acrescentado à sua trama as franjas de um desprezo sutil e de ironias espontâneas? E como poderíamos suportar os códigos, os costumes, os parágrafos do coração que a inércia e a conveniência superpuseram aos vícios… Continue lendo “Civilização e frivolidade” (E.M. Cioran)

“De inutensílios e dessantidades: a palavra poética em Manoel de Barros e Cioran” – Rodrigo MENEZES

Ninguém é pai de um poema sem morrer.Manoel de Barros Se leio um livro e ele torna o meu corpo tão frio que nenhum fogo seria jamais capaz de me aquecer, eu sei que aquilo é poesia. Se eu sinto, fisicamente, como se o topo de minha cabeça tivesse sido arrancado, eu sei que aquilo é poesia.Emily Dickinson CIORAN NÃO TEVE a oportunidade de conhecer este gigante, e… Continue lendo “De inutensílios e dessantidades: a palavra poética em Manoel de Barros e Cioran” – Rodrigo MENEZES

“Traduction et transparence. Essai sur l’écriture et le rêve d’écriture d’E.M. Cioran” (Maria Cristina Pîrvu)

Atelier de traduction - Revistă semestrială de teorie şi analiză a traducerii în limba franceză (Universitatea Ştefan cel Mare), no. 4, 2005, p. 51. « […] et je comprenais qu’en français il fallait être net » (E.M.Cioran, Œuvres, Quarto, Gallimard, p. 1746) Il y a une certaine définition du « style » qui nous amène vers l’idée… Continue lendo “Traduction et transparence. Essai sur l’écriture et le rêve d’écriture d’E.M. Cioran” (Maria Cristina Pîrvu)