“A experiência, única autoridade, único valor” – Georges BATAILLE

A oposição à ideia de projeto – que assume neste livro uma parte essencial – é tão necessária em mim que, tendo escrito desta introdução o plano detalhado, não posso me ater a ele. Tendo abandonado por um tempo sua execução – escrevendo o postscriptum (que não estava previsto) –, sou obrigado agora a alterá-lo.… Continue lendo “A experiência, única autoridade, único valor” – Georges BATAILLE

“Um Argumento Negligenciado para a Realidade de Deus” – Charles S. PEIRCE

Cognitio: Revista de Filosofia, PUC-SP, São Paulo, v. 4, n. 1, p. 98-133, jan.-jun. 2003 I [452] A palavra “Deus”, assim “em maiúscula” (como nós americanos dizemos), é o nome próprio definível, significando Ens necessarium : segundo minha crença, Realmente criador de todos os três Universos de Experiência. Algumas palavras deverão aqui dentro ser escritas… Continue lendo “Um Argumento Negligenciado para a Realidade de Deus” – Charles S. PEIRCE

“Um argumento negligenciado”: Charles Peirce e a experiência do divino como “devaneio” – Alberto Augusto PERAZZO

Revista CULT, ano 11, n. 131, dezembro de 2008 O pragmaticismo de Charles Peirce aposta na experiência divina como “devaneio” e traz três argumentos para investigar a Realidade de Deus Charles Sanders Peirce (1839-1914), conhecido como o fundador do pragmaticismo (em substituição do “pragmatismo”), apresenta uma reflexão vigorosa sobre o tema do conhecimento fundado na experiência.… Continue lendo “Um argumento negligenciado”: Charles Peirce e a experiência do divino como “devaneio” – Alberto Augusto PERAZZO

Sobre Intuições, Pessimismos e Rótulos: a propósito de Bergson & Cioran

Schopenhauer afirmou que "ler significa pensar com uma cabeça alheia, em vez de pensar com a própria." No fundo, pensa o filósofo alemão, "apenas os pensamentos próprios são verdadeiros e têm vida, pois somente eles são entendidos de modo autêntico e completo. [...] Quem pensa por si mesmo só chega a conhecer as autoridades que… Continue lendo Sobre Intuições, Pessimismos e Rótulos: a propósito de Bergson & Cioran

“Tempo sem experiência” – Olgária MATOS

Uma reflexão sobre o tempo sem experiência da contemporaneidade. Como a atual aceleração da sociedade cria a sensação de que não há tempo para nada. Na realidade, são os próprios mecanismos sociais e econômicos que necessitam dessa situação. As diferenças entre tédio e monotonia podem caracterizar diferentes formas de se relacionar com o tempo. A… Continue lendo “Tempo sem experiência” – Olgária MATOS