“Moral como antinatureza” – NIETZSCHE

Todas as paixĂ”es tĂȘm um perĂ­odo em que sĂŁo meramente funestas, em que levam para baixo suas vĂ­timas com o peso da estupidez — e um perĂ­odo posterior, bem posterior, em que se casam com o espĂ­rito, se “espiritualizam”. Antes, devido Ă  estupidez na paixĂŁo, fazia-se guerra Ă  paixĂŁo mesma: conspirava-se para aniquilĂĄ-la — todos… Continue lendo “Moral como antinatureza” – NIETZSCHE

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“Necessidade e ContingĂȘncia, o ‘Irreparavelmente JĂĄ Sabido Desde Sempre’ e o ImponderĂĄvel do NĂŁo-Saber Essencial (Rodrigo InĂĄcio R. SĂĄ Menezes)

SĂł se suicidam os otimistas, os otimistas que nĂŁo conseguem mais sĂȘ-lo. Os outros, nĂŁo tendo nenhuma razĂŁo para viver, por que a teriam para morrer? (Silogismos da amargura) Poucas sĂŁo as filosofias capazes de equilibrar, numa rara harmonia na tensĂŁo, os princĂ­pios ontolĂłgicos antinĂŽmicos da necessidade e da contingĂȘncia; ora necessidade, ora contingĂȘncia, ou… Continue lendo “Necessidade e ContingĂȘncia, o ‘Irreparavelmente JĂĄ Sabido Desde Sempre’ e o ImponderĂĄvel do NĂŁo-Saber Essencial (Rodrigo InĂĄcio R. SĂĄ Menezes)