O Anarquista e o Cristão – NIETZSCHE

Surpreende-se in flagranti a insalubridade dos meios cristãos, quando se compara o fim cristão com o fim do Código de Manu – quando se foca com luz forte a ingente contradição destes fins. O crítico do Cristianismo não pode poupar-se a torná-lo desprezível. Um código como o de Manu surge como todos os bons códigos:… Continue lendo O Anarquista e o Cristão – NIETZSCHE

“A linguagem da ironia” (E.M. Cioran)

Por muito perto que estejamos do Paraíso, a ironia vem afastar-nos dele. "Inépcias", diz-nos ela, "as vossas ideias de felicidade imemorial ou futura. Curai-vos das vossas nostalgias, da obsessão pueril do começo e do fim dos tempos. A eternidade, duração morta, só aos débeis interessa. Deixai vir o instante, deixai-o absorver os vossos sonhos." Voltamos… Continue lendo “A linguagem da ironia” (E.M. Cioran)

Escrita como terapêutica (Slavoj Žižek)

Hoje à noite (20h30 no horário de Brasília) acontecerá o tão esperado "debate do século" (sic), com transmissão ao vivo, entre o filósofo de esquerda esloveno Slavoj Žižek e o psicólogo canadense de direita Jordan Peterson. Numa entrevista ao jornal O Globo, Žižek fala de como a leitura e a escrita salvaram a sua vida… Continue lendo Escrita como terapêutica (Slavoj Žižek)

“O reverso de um jardim” – CIORAN

Quando o problema da felicidade suplanta o do conhecimento, a filosofia abandona o seu domínio próprio para se consagrar a uma actividade suspeita: interessa-se pelo homem... Atraem-na questões que até então não se dignara abordar, e tenta responder-lhes com o ar mais sério deste mundo. «Como não sofrer?» — é uma das questões que a… Continue lendo “O reverso de um jardim” – CIORAN

“Cioran revisitado: a fugacidade dos seres e a literatura” – Estela Campos Oliveira e Márcio ARAÚJO DE MELO

ENTRELETRAS, Araguaína/TO, v. 8, n. 1, jan./jun. 2017 (ISSN 2179-3948 – online) Resumo: O que é ser feliz? Entre várias perspectivas possíveis, fundamentalmente, harmonizar anseios com o que se consegue desvendar sobre o mundo e sobre si mesmo, com o sentido que se atribui à vida. É construir a própria trajetória compatível com esse sentido… Continue lendo “Cioran revisitado: a fugacidade dos seres e a literatura” – Estela Campos Oliveira e Márcio ARAÚJO DE MELO