“Por uma espiritualidade do morrer: viver a passagem na ótica de Jean-Yves Leloup” (Adriana Viccini Brega Quinet de Andrade)

Dissertação de mestrado em Ciência da Religião, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), 2016. Orientação: Faustino Luiz Couto Teixeira. [PDF] Resumo: O pano de fundo dessa pesquisa é a questão da finitude e da morte como um dos grandes problemas existenciais da humanidade. O fio condutor é a questão da espiritualidade. Sob a ótica… Continue lendo “Por uma espiritualidade do morrer: viver a passagem na ótica de Jean-Yves Leloup” (Adriana Viccini Brega Quinet de Andrade)

“La comunidad de los aullidos: Emil Cioran y la problemática de la animalidad” – Gustavo ROMERO

INSTANTES Y AZARES. Escrituras nietzscheanas, 21-22 (2018), ISSN 1666-2849, ISSN (en línea) 1853-2144, pp. 93-110. Aceptado 29-10-2018. Resumen: Este artículo presenta dos objetivos. El primero consiste en analizar dos problemáticas que se hallan conectadas en la obra de Cioran: la cuestión de la muerte como inmanente a la vida y la crítica a la noción… Continue lendo “La comunidad de los aullidos: Emil Cioran y la problemática de la animalidad” – Gustavo ROMERO

“Filosofia indumentária” (E.M. Cioran)

Com que ternura e com que inveja se voltam meus pensamentos para os monges do deserto e para os cínicos! Abjeção de dispor do menor objeto: esta mesa, esta cama, estas roupas… O traje interpõe-se entre nós e o nada. Olhe seu corpo em um espelho: compreenderá que é mortal; passe seus dedos sobre as… Continue lendo “Filosofia indumentária” (E.M. Cioran)

Envelhecimento, finitude, morte (Maria Homem)

https://www.youtube.com/watch?v=cgdspaWuExM A morte é o horizonte do envelhecer e não o envelhecer em si. Maria Homem aborda esse tema tão delicado e que precisa de discussão.

“Filosofia, cristianismo e outras formas de queda” (Emil Cioran)

COMO A VIDA SE CONVERTE NO VALOR SUPREMO: a veneração pelas mulheres; a reabilitação do Eros como divindade; saúde natural, transfigurada pela delicadeza; o fervor da dança em todos os atos da vida; graça em vez de pesar; sorriso em vez de pensamento; entusiasmo em vez de paixão; a distância como finitude; a vida como único… Continue lendo “Filosofia, cristianismo e outras formas de queda” (Emil Cioran)

Ernest Becker e a “Negação da Morte” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

via Resenha: "A negação da morte", de Ernest Becker. Livro: A negação da morte: uma abordagem psicológica da finitude humana. Rio de Janeiro: Record, 2007, 363 págs. A Negação da Morte: Uma Abordagem Psicológica da Finitude Humana (1973), de Ernest Becker, é um livro iluminador que analisa, a partir de uma abordagem multidisciplinar fincada na psicanálise, o problema… Continue lendo Ernest Becker e a “Negação da Morte” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Café Filósofico: “A Morte Como Instante de Vida” – Scarlett MARTON

https://www.youtube.com/watch?v=JbXHftyakm4 Por que a morte é sempre vista como uma espécie de escândalo? Por que esse acontecimento banal provoca ao mesmo tempo horror e curiosidade? Os antigos diziam que a filosofia era uma longa meditação sobre a morte; os modernos quiseram afastá-la de suas preocupações; nós, contemporâneos, procuramos bani-la de nosso mundo. Mas a morte… Continue lendo Café Filósofico: “A Morte Como Instante de Vida” – Scarlett MARTON

“A experiência do tédio” – Lars SVENDSEN

Arnold Gehlen afirmou que só a realidade ajuda a lutar contra o tédio. Essa não é, em absoluto, uma má sugestão, mas não é possível se apossar assim de um fragmento da realidade. O problema com o tédio, entre outras coisas, é que "perdemos" realidade. A proposta de Gehlen poderia parecer uma solução, supondo-se que… Continue lendo “A experiência do tédio” – Lars SVENDSEN

“A luta contra as evidências” (Chestov)

"QUEM SABE?" -- diz Eurípedes -- "Talvez a vida seja a morte, e a morte a vida." Estas palavras, Platão, em um dos seus diálogos, fá-las repetir a Sócrates, o mais sábio dos homens, o criador da teoria das ideias gerais e o primeiro a considerar a nitidez e a claridade dos nossos juízos como… Continue lendo “A luta contra as evidências” (Chestov)