“O princípio de incerteza” – Clément ROSSET

“A necessidade de uma fé forte não é prova de fé forte, é, isso sim, o contrário. Se alguém tem essa fé, pode permitir-se o luxo do ceticismo.”Nietzsche, O Crepúsculo dos ídolos Montaigne sugere, em uma passagem da Apologia de Raimond Sebond, uma definição da verdade filosófica tão desconcertante quanto pertinente: “Duvido que Epicuro, Platão… Continue lendo “O princípio de incerteza” – Clément ROSSET

“O comércio dos místicos” (E.M. Cioran)

Video-leitura experimental de um importante ensaio, visualmente ilustrado e comentado com imagens e cenas de filmes diversos: "O comércio dos místicos" é um texto-chave, parte integrante de um livro não menos importante, apesar de não tão lido e conhecido como o Breviário de Decomposição (1949): A Tentação de Existir (1957), o terceiro livro de Cioran… Continue lendo “O comércio dos místicos” (E.M. Cioran)

“A Música é essencialmente triste ou alegre? Uma questão ociosa” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Quando esgotamos os pretextos que incitam à alegria ou à tristeza, conseguimos vivê-las, ambas, em estado puro: nos igualamos assim aos loucos... (Silogismos da amargura) Uma discussão interessante, mas não fecunda, senão ociosa, é entabulada por Clément Rosset em seu livro sobre o tema da beatitude em Nietzsche: Alegria -- A Força Maior (1983) --… Continue lendo “A Música é essencialmente triste ou alegre? Uma questão ociosa” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Cioran et le rire” (Constantin Frosin)

Revue de littérature comparée, Klincksieck 2008/4 (no. 328) L’influence de Chamfort sur Cioran est manifeste, à plus d’un titre ; celle de La Bruyère également, comme on le verra. « La plus perdue de toutes les journées est celle où l’on n’a pas ri » dit Chamfort. Malheureusement pour le chercheur, Cioran n’aime guère citer qui que ce… Continue lendo “Cioran et le rire” (Constantin Frosin)

Relatório sobre um relatório de atividade universitária (1938-1939)

Lendo o relatório “sur mon activité universitaire pendant l’année universitaire 1938-1939”, do jovem Cioran. Que delícia digestiva após um almoço não menos delicioso (ensopado de peixe com pirão, além de 4 potinhos de uma sobremesa cujo nome não me recordo, e pouco importa, o importante sendo o manjar em si, cuja quantidade consumida não faz senão trair… Continue lendo Relatório sobre um relatório de atividade universitária (1938-1939)