“Baudelaire: fragmentação e melancolia em meio à multidão” – Joselaine Brodani MEDEIROS

Instrumento - Revista de Estudo e Pesquisa em Educação, v. 11, n. 1, jan./jun. 2009 Resumo: Charles Baudelaire pode ser considerado o poeta das cidades e da modernidade. Viu e sentiu o progresso na França do século XIX e foi um revolucionário para o seu tempo. A cidade e suas galerias infinitas, com pessoas que… Continue lendo “Baudelaire: fragmentação e melancolia em meio à multidão” – Joselaine Brodani MEDEIROS

“A experiência do tédio” – Lars SVENDSEN

Arnold Gehlen afirmou que só a realidade ajuda a lutar contra o tédio. Essa não é, em absoluto, uma má sugestão, mas não é possível se apossar assim de um fragmento da realidade. O problema com o tédio, entre outras coisas, é que "perdemos" realidade. A proposta de Gehlen poderia parecer uma solução, supondo-se que… Continue lendo “A experiência do tédio” – Lars SVENDSEN

Una escritura, un destino (María Liliana Herrera A.)

Revista Ciências Humanas no. 23, Universidad Tecnológica de Pereira (UTP), Colómbia Lo que aquí exponemos puede considerarse como una introducción a dos problemáticas que nos plantea la obra cioraniana: la escritura fragmentada y la percepción del tiempo que la articula. Se trata del planteamiento general el cual es propiamente el horizonte en el que el… Continue lendo Una escritura, un destino (María Liliana Herrera A.)