De Maistre, Baudelaire, and Original Sin: between Tyranny and Heresy as Radical Liberty (Joseph Acquisto)

"Freedom is the supreme good only for those animated by the will to heresy." Cioran, Syllogismes de l'amertume * The high stakes of any modern or contemporary discussion of original sin immediately become apparent: quickly divorced from questions of belief, original sin becomes the base of a political theology that veers toward tyranny. The authoritarian conclusions fall back, however,… Continue lendo De Maistre, Baudelaire, and Original Sin: between Tyranny and Heresy as Radical Liberty (Joseph Acquisto)

Tormented by God: The Mystical Nihilism of Emil Cioran (Mirko Integlia)

“Better to never have been born!” This pessimistic declaration has been made at various points in the history of human thought, becoming a true philosophical system beginning with Arthur Schopenhauer in the nineteenth century. It was repeated by various philosophers in subsequent decades, though rarely with the tragic passion of Emil Cioran (1911-1995). A solitary… Continue lendo Tormented by God: The Mystical Nihilism of Emil Cioran (Mirko Integlia)

Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 3] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Na primeira parte do livro, “Uma juventude entre desespero e fervor polĂ­tico”, Fiore perfaz o itinerĂĄrio de formação do jovem Cioran na RomĂȘnia da dĂ©cada de 30, explorando a dualidade de uma juventude dividida entre o desespero existencial e o fervor polĂ­tico. NĂŁo se faz polĂ­tica nos cumes do desespero. Schimbarea la faƣă a RomĂąniei â€“ libelo polĂ­tico… Continue lendo Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 3] (Rodrigo InĂĄcio R. SĂĄ Menezes)

“Nem Buda nem SatanĂĄs: Schopenhauer” (Guido Ceronetti)

O belo livrinho dos ColĂłquios de Schopenhauer, que a Rizzoli publicou nos seus breviĂĄrios do “Ramo d’oro” com a curadoria apaixonada de Anacleto Verrecchia, tem-me sido recentemente uma Ăłtima companhia de viagem; e com Arthur Schopenhauer, filĂłsofo que muito me ajudou, junto a Montaigne e Espinoza, a formar juĂ­zos livres, a viver e a nĂŁo… Continue lendo “Nem Buda nem SatanĂĄs: Schopenhauer” (Guido Ceronetti)

“O TeĂ­smo como Solução do Problema CosmolĂłgico: sobre uma monografia acadĂȘmica sem data” (Rodrigo InĂĄcio R. SĂĄ Menezes)

O texto acadĂȘmico “Teismul ca soluĆŁie a problemei cosmologice” [O teĂ­smo como solução do problema cosmolĂłgico] Ă© um ensaio de teodiceia, uma reflexĂŁo filosĂłfica sobre o tema do Mal (tendo como subtĂ­tulo “dissertação sobre o neo-espiritualismo de Bergson”). Os artigos jornalĂ­sticos e acadĂȘmicos escritos nos 1930, como os que se encontram reunidos em Solitude et… Continue lendo “O TeĂ­smo como Solução do Problema CosmolĂłgico: sobre uma monografia acadĂȘmica sem data” (Rodrigo InĂĄcio R. SĂĄ Menezes)

“A liberdade da marionete” – John GRAY

Nos primeiros sĂ©culos de nossa era, os gnĂłsticos se opunham aos cristĂŁos. Foram aniquilados, mas podemos imaginar sua possĂ­vel vitĂłria.Jorge Luis Borges, "Uma defesa de Basilides, o Falso" Um fantoche pode parecer a prĂłpria encarnação da falta de liberdade. Seja movido por uma mĂŁo oculta ou puxado por cordĂ©is, nĂŁo tem vontade prĂłpria. Seus movimentos… Continue lendo “A liberdade da marionete” – John GRAY