“La canción de quien quiso ser el hijo del verdugo” – George STEINER

Cuadernos hispanoamericanos, nr. 573, marzo 1998 ¿Qué tenemos aquí? Un leviatán de mil páginas que dice ser el texto íntegro de 34 cuadernos, idénticos en formato, que E. M. Cioran completó entre los veranos de 1957 y 1972. Dichos cuadernos fueron descubier- tos a la muerte de Cioran por Simone Boué, una de las pocas… Continue lendo “La canción de quien quiso ser el hijo del verdugo” – George STEINER

“Dios: ausencia y barbarie” (Liliana Herrera)

Espacio M. Liliana Herrera A. 🇨🇴

NOVUM, Revista de Ciencias Sociales Aplicadas de la Facultad de Administración de la Universidad Nacional de Colombia, vo. 4, nr. 9, 1992.

Introducción a una investigación sobre “Caída y Civilización”. Se elaboró como parte de la conceptualización para el proyecto: “Alternativa cultural para el fenómeno de la Droga en Manizales”.

Hice bien en dejarme llevar por la gran ola divina (…). No me ha salvado ni de la muerte, ni del mal, ni del crimen, pues gracias a ellos nos salvamos. Me ha salvado tan sólo de la felicidad.

M. Yourcenar

Casi con acierto podemos iniciar nuestro ensayo con una cita de Steiner que da cuenta de nuestras inquietudes respecto al problema de la decadencia de la cultura entendida desde una perspectiva metafísica de doble movimiento por la cual los procesos de modernización constituyen el elemento mediador con el que queremos sostener, al tenor de Cioran, la devastación espiritual…

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“Dogma, Dúvida & outras paixões ‘demasiado humanas’: Skandalon-Cioran”

https://www.youtube.com/watch?v=GVAi6kskBeg&t=2007s Cioran angariou bons amigos e boas amigas, leitores e leitoras mais ou menos distantes, e igualmente dedicados, com os quais manteve uma robusta correspondência epistolar. Mas também angariou muitos desafetos, difamadores, detratores e críticos empedernidos, inclusive no Brasil (vide Augusto Frederico Schmidt). O autor romeno de expressão francesa, espírito idiossincrático e excêntrico, é capaz… Continue lendo “Dogma, Dúvida & outras paixões ‘demasiado humanas’: Skandalon-Cioran”

“Variaciones” (M. Liliana Herrera A.)

In: HERRERA A., María Liliana; ABAD T., Alfredo A. (orgs.), Cioran en perspectivas. Pereira: Universidad Tecnológica de Pereira, 2009. p. 170-192. De la naturaleza esencialmente paradójica de la obra de Cioran surge ante la mirada de sus estudiosos una variedad de temas que están determinados también por la formación intelectual e intereses de cada uno… Continue lendo “Variaciones” (M. Liliana Herrera A.)

Dissertação de mestrado sobre Cioran: “O conceito de disciplina de horror no Breviário”, de Anthonio Delbon

Segunda-feira passada, fui pego de surpresa com uma mensagem do professor Flamarion Caldeira Ramos, avisando-me sobre uma defesa de mestrado sobre Cioran: "O conceito de disciplina de horror no Breviário de Decomposição". Pelo nome do mestrando, dei-me conta de que o conhecia, embora (até então) não pessoalmente. Então, tratei de cancelar meus afazeres para, em… Continue lendo Dissertação de mestrado sobre Cioran: “O conceito de disciplina de horror no Breviário”, de Anthonio Delbon

Sobre desastres, escritura fragmentária e outras volúpias: as “Notas Soltas para Cioran”, de Ricardo Gil Soeiro (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

RESENHA DO LIVRO: Volúpia do Desastre: Notas Soltas para Cioran de Ricardo Gil Soeiro Existe um ponto de vista desde o qual o discurso pedagógico é impossível. O que se consegue ver deste ponto cego do espírito – que aqui chamaremos lucidez –, mais que dizer, apaga o dito; nega inclusive quando afirma – a… Continue lendo Sobre desastres, escritura fragmentária e outras volúpias: as “Notas Soltas para Cioran”, de Ricardo Gil Soeiro (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

«La voluttà del disastro: Note sciolte per Cioran». Intervista con Ricardo Gil Soeiro

ORIZZONTI CULTURALI ITALO-ROMENI - Rivista Interculturale Bilingue, anno IX, febbraio 2019 «L’ESISTENZA, per Cioran, oscilla sempre in questa delicata tensione tra, da un lato, l’assumersi come tragedia incommensurabile e, dall’altro, l’essere messa in prospettiva come una lieve noia, come un tedio che deve essere sopportato…  Ad ogni modo, si tratta sempre (come nel caso di… Continue lendo «La voluttà del disastro: Note sciolte per Cioran». Intervista con Ricardo Gil Soeiro

Escritas do desastre e outras volúpias: entrevista com Ricardo Gil Soeiro, autor de “Notas Soltas para Cioran” (Labirinto, Portugal, 2019)

Ricardo Gil Soeiro é poeta e ensaísta. Doutorado em Estudos Literários pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde é investigador do Centro de Estudos Comparatistas, desenvolve pesquisa sobre literatura comparada, teoria da literatura e estudos pós-humanistas. Organizou e traduziu o volume As Artes do Sentido, de George Steiner (Relógio D’Água, 2017), traduziu Confissões… Continue lendo Escritas do desastre e outras volúpias: entrevista com Ricardo Gil Soeiro, autor de “Notas Soltas para Cioran” (Labirinto, Portugal, 2019)

“A expressão e o silêncio: o estilo de Cioran (epílogo)” – Fernando SAVATER

Embora tenha jurado nunca pecar contra a santa concisão, mantenho-me sempre cúmplice das palavras, e, se o silêncio me seduz, não ouso entrar nele, limito-me a girar na sua periferia.Do inconveniente de ter nascido Nos capítulos anteriores eu pretendi deixar falar, com a maior transparência possível, o pensamento de Cioran. É claro que o meu… Continue lendo “A expressão e o silêncio: o estilo de Cioran (epílogo)” – Fernando SAVATER

“Sinais do demiurgo cego em ‘Todos os que caem’, de Samuel Beckett” (Armando Nascimento Rosa)

Uma versão inicial deste estudo foi apresentada como conferência em 15 de Novembro de 2002 no Teatro Garcia de Resende, em Évora, numa sessão promovida pelo Cendrev (Centro Dramático de Évora). «MRS. ROONEY (Aflita): Cuidado com a galinha! (Guinchar de travões. Cacarejo) Oh, céus, esborrachou-a! Continue! Continue, não páre! (O carro acelera. Pausa) Que maneira… Continue lendo “Sinais do demiurgo cego em ‘Todos os que caem’, de Samuel Beckett” (Armando Nascimento Rosa)