“O Niilista do Século” – Rodrigo MENEZES

São muitas as análises, das superficiais às mais elaboradas, que inscrevem a obra de Cioran sob o signo do niilismo. Um dos capítulos do livro de Franco Volpi, O Niilismo, é dedicado a Cioran e Bataille conjuntamente.[1] Ioan P. Culianu, historiador das religiões romeno, segue a mesma linha interpretativa de Volpi, atribuindo a Cioran um… Continue lendo “O Niilista do Século” – Rodrigo MENEZES

“Leastness: The Essence of Samuel Beckett” – George STEINER

The New Yorker, September 8, 1996 Can biography elucidate Samuel Beckett’s austere art? The fire caught in 1945, after Samuel Beckett’s grim experiences, first in the French Resistance and in hiding, then as a medical orderly at Saint-Lô. Very much in the manner of Dante, his guardian spirit, Beckett was lit by a vision. “Krapp’s… Continue lendo “Leastness: The Essence of Samuel Beckett” – George STEINER

“«O Livro das Ilusões», de Cioran, lido por Mihail Sebastian: o estranho caso do «convalescente que aspira à doença»” – Rodrigo MENEZES

De suas primeiras obras, ainda mal conhecidas entre nós, sublinho O livro das ilusões (Cartea amăgirilor), a que daria o subtítulo de um de seus capítulos: Mozart e a melancolia dos anjos. Considero aquelas páginas uma fantasia para cordas, como se fosse o primo consanguíneo de A origem da tragédia, nas grandes linhas melódicas que unem e separam as… Continue lendo “«O Livro das Ilusões», de Cioran, lido por Mihail Sebastian: o estranho caso do «convalescente que aspira à doença»” – Rodrigo MENEZES

“La canción de quien quiso ser el hijo del verdugo” – George STEINER

Cuadernos hispanoamericanos, nr. 573, marzo 1998 ¿Qué tenemos aquí? Un leviatán de mil páginas que dice ser el texto íntegro de 34 cuadernos, idénticos en formato, que E. M. Cioran completó entre los veranos de 1957 y 1972. Dichos cuadernos fueron descubier- tos a la muerte de Cioran por Simone Boué, una de las pocas… Continue lendo “La canción de quien quiso ser el hijo del verdugo” – George STEINER

“Dios: ausencia y barbarie” (Liliana Herrera)

Espacio M. Liliana Herrera A. 🇨🇴

NOVUM, Revista de Ciencias Sociales Aplicadas de la Facultad de Administración de la Universidad Nacional de Colombia, vo. 4, nr. 9, 1992.

Introducción a una investigación sobre “Caída y Civilización”. Se elaboró como parte de la conceptualización para el proyecto: “Alternativa cultural para el fenómeno de la Droga en Manizales”.

Hice bien en dejarme llevar por la gran ola divina (…). No me ha salvado ni de la muerte, ni del mal, ni del crimen, pues gracias a ellos nos salvamos. Me ha salvado tan sólo de la felicidad.

M. Yourcenar

Casi con acierto podemos iniciar nuestro ensayo con una cita de Steiner que da cuenta de nuestras inquietudes respecto al problema de la decadencia de la cultura entendida desde una perspectiva metafísica de doble movimiento por la cual los procesos de modernización constituyen el elemento mediador con el que queremos sostener, al tenor de Cioran, la devastación espiritual…

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“Dogma, Dúvida & outras paixões ‘demasiado humanas’: Skandalon-Cioran”

https://www.youtube.com/watch?v=GVAi6kskBeg&t=2007s Cioran angariou bons amigos e boas amigas, leitores e leitoras mais ou menos distantes, e igualmente dedicados, com os quais manteve uma robusta correspondência epistolar. Mas também angariou muitos desafetos, difamadores, detratores e críticos empedernidos, inclusive no Brasil (vide Augusto Frederico Schmidt). O autor romeno de expressão francesa, espírito idiossincrático e excêntrico, é capaz… Continue lendo “Dogma, Dúvida & outras paixões ‘demasiado humanas’: Skandalon-Cioran”

“Variaciones” (M. Liliana Herrera A.)

In: HERRERA A., María Liliana; ABAD T., Alfredo A. (orgs.), Cioran en perspectivas. Pereira: Universidad Tecnológica de Pereira, 2009. p. 170-192. De la naturaleza esencialmente paradójica de la obra de Cioran surge ante la mirada de sus estudiosos una variedad de temas que están determinados también por la formación intelectual e intereses de cada uno… Continue lendo “Variaciones” (M. Liliana Herrera A.)

Dissertação: “O conceito de disciplina de horror no Breviário”, de Anthonio Delbon (entrevista)

RESUMO - O presente trabalho tem por objetivo estabelecer um diálogo entre Cioran e algumas correntes de pensamento clássicas tendo como chave central o termo “disciplina de horror”, utilizado pelo autor no início de sua primeira obra em língua francesa, Breviário de Decomposição, publicado em 1949. Partindo deste trecho literário, buscaremos ampliar as aproximações e… Continue lendo Dissertação: “O conceito de disciplina de horror no Breviário”, de Anthonio Delbon (entrevista)

“Sobre desastres, escritura fragmentária e outras volúpias: «Notas Soltas para Cioran», de Ricardo Gil Soeiro” – Rodrigo MENEZES

RESENHA DE: Volúpia do Desastre: Notas Soltas para Ciorande Ricardo Gil Soeiro Existe um ponto de vista desde o qual o discurso pedagógico é impossível. O que se consegue ver deste ponto cego do espírito – que aqui chamaremos lucidez –, mais que dizer, apaga o dito; nega inclusive quando afirma – a sua forma… Continue lendo “Sobre desastres, escritura fragmentária e outras volúpias: «Notas Soltas para Cioran», de Ricardo Gil Soeiro” – Rodrigo MENEZES

«La Voluttà del Disastro: Note Sciolte per Cioran». Intervista con Ricardo GIL SOEIRO

ORIZZONTI CULTURALI ITALO-ROMENI - Rivista Interculturale Bilingue, anno IX, febbraio 2019 «L’ESISTENZA, per Cioran, oscilla sempre in questa delicata tensione tra, da un lato, l’assumersi come tragedia incommensurabile e, dall’altro, l’essere messa in prospettiva come una lieve noia, come un tedio che deve essere sopportato…  Ad ogni modo, si tratta sempre (come nel caso di… Continue lendo «La Voluttà del Disastro: Note Sciolte per Cioran». Intervista con Ricardo GIL SOEIRO