“Cioran e Guitton” (Gianfranco Ravasi)

Pubblicato col titolo: Cioran e Guitton nel cortile del dialogo, su IlSole24ORE, n. 157 (09/06/2019). Apud Pontificio Consiglio della Cultura. È ormai da un decennio che è in azione il “Cortile dei Gentili” allestito dal Pontificio Consiglio della Cultura (un dicastero vaticano che, quando fu fondato da Paolo VI, era denominato «per i non credenti»), dedicato al… Continue lendo “Cioran e Guitton” (Gianfranco Ravasi)

In dialogo con Mirko Integlia su «Tormented by God: The Mystical Nihilism of Emil Cioran»

ORIZZONTI CULTURALI ITALO-ROMENI, n. 12, dicembre 2019, anno IX È stato pubblicato da poco un nuovo libro su Cioran, uno importantissimo, a giudicare dal tema e dall’approccio: Tormented by God: The Mystical Nihilism of Emil Cioran (Libreria Editrice Vaticana, 2019), scritto dal filosofo e teologo Mirko Integlia. Un’approfondita analisi storico-ermeneutica di questo che l’esegeta concepisce come… Continue lendo In dialogo con Mirko Integlia su «Tormented by God: The Mystical Nihilism of Emil Cioran»

“Cioran, o místico de uma era pós-Deus”: entrevista com Mirko Integlia

In memoriam: María Liliana Herrera Alzate (1960-2019) Acaba de ser publicado, em inglês, um novo livro de exegese crítica sobre Cioran, uma exegese importante tanto pela temática quanto pela abordagem: Atormentado por Deus: o niilismo místico de Cioran (Libreria Editrice Vaticana, 2019), do filósofo e teólogo Mirko Integlia. Uma minuciosa análise textual e contextual, histórico-hermenêutica,… Continue lendo “Cioran, o místico de uma era pós-Deus”: entrevista com Mirko Integlia

Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 2] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Na primeira parte do livro, "Uma juventude entre desespero e fervor político", Fiore perfaz o itinerário de formação do jovem Cioran na Romênia da década de 30, explorando a dualidade de uma juventude dividida entre o desespero existencial e o fervor político. Não se faz política nos cumes do desespero. Schimbarea la faţă a României… Continue lendo Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 2] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Um pensamento religioso heterodoxo” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Eu não gostaria de viver em um mundo esvaziado de todo sentimento religioso. Eu não penso na fé, mas nessa vibração interior que, independente de qualquer crença, vos projeta em Deus, e às vezes acima. (Écartèlement) Clément Rosset e Fernando Savater estão de acordo sobre Cioran em ao menos um ponto. Segundo Rosset, o amigo… Continue lendo “Um pensamento religioso heterodoxo” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Ciorán o el Deseo de la Verdad” (Vicente Niño Orti)

POSMODERNÍA, 26/03/2018 Aproximación biográfica Emil Cioran nació en Rumania el 8 de abril de 1911, en el pueblo de Rasinari, en la Transilvania de la monarquía austrohúngara. Su padre, Emilian, fue un pope miembro prominente de la comunidad ortodoxa de Rasinari y su madre, Elvirei, era originaria de Venetia de Jos. En su obra y… Continue lendo “Ciorán o el Deseo de la Verdad” (Vicente Niño Orti)

“Ano da fé – Cioran, o ateu que crê pela beleza” (Pe. José Artulino Besen)

Pe. José Artulino Besen

Em 12 de fevereiro de 2011 o Cardeal Gianfranco Ravasi, Presidente do Conselho Pontifício da Cultura falou, em Bolonha, sobre o filósofo romeno Emil Cioran (1911-1995) que afirmava, de si mesmo: “Sou um estrangeiro para a polícia, para Deus, para mim mesmo”. Aos 26 anos, Cioran emigrou para Paris onde permaneceu até a morte, numa longa vida transcorrida entre lágrimas, solidão, arte, beleza. Foi estrangeiro em sua própria pátria: ao nascer a Romênia era parte da Áustria-Hungria, suprimiu seu nome de seu registro civil, abandonando inclusive seu idioma natal. E foi estrangeiro no país que o acolheu, por causa do seu constante isolamento. G. Ravasi, que elimina de seu nome tanto o Card., como o Dr. ou o Prof., é a grande novidade de Bento XVI, e dele é a instituição do Pórtico dos Gentios, encontros internacionais de intelectuais crentes ou não.

Emil Cioran, filho de padre ortodoxo, sentia-se…

Ver o post original 868 mais palavras

“Cioran ateo credente che spiava dio” (Gianfranco Ravasi)

Avvenire.it, 19 giugno 2015 ​Vent’anni fa, il 20 giugno 1995, moriva a Parigi lo scrittore Emil Cioran. Sulle rive della Senna era approdato a 26 anni, nel 1937, dopo aver lasciato alle spalle la sua patria, la Romania, e la sua cittadina, Rasinari, un delizioso villaggio della Transilvania. Posto su un colle circondato da monti coperti… Continue lendo “Cioran ateo credente che spiava dio” (Gianfranco Ravasi)

“Fé e razão: entrevista com o cardeal Gianfranco Ravasi” (Lisa Palmieri Billig)

Os agnósticos que buscam respostas muitas vezes estão mais próximos de Deus do que aqueles para os quais a fé é simplesmente um hábito mecânico”. Entrevista com Gianfranco Ravasi. O “Átrio dos Gentios”, expressão que se refere ao espaço aberto do antigo Templo de Jerusalém reservado aos não crentes e separados por um muro dos… Continue lendo “Fé e razão: entrevista com o cardeal Gianfranco Ravasi” (Lisa Palmieri Billig)

“Emil Cioran, o ateu que crê” (Gianfranco Ravasi)

BOLONHA, quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 (ZENIT.org) - O cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício da Cultura, abriu em 12 de fevereiro, na Universidade de Bolonha, os encontros do Átrio dos Gentios, que promovem o diálogo entre crentes e não crentes, por sugestão de Bento XVI. O purpurado apresentou uma reflexão sobre Emil… Continue lendo “Emil Cioran, o ateu que crê” (Gianfranco Ravasi)