“Teodiceia e Antropodiceia: o mal na teologia depois de Auschwitz” – Karl-Josef KUSCHEL

MĂĄrcia Junges e Andriolli Costa - IHU On-line, 438, 24 de março de 2014 Para o teĂłlogo Karl-Josef Kuschel, apĂłs o holocausto a crença na “boa criação” e no “bom criador” estĂĄ falida de uma vez por todas A teologia clĂĄssica sempre relativizou o conceito de "Mal", de forma que ele nĂŁo fosse encarado como… Continue lendo “Teodiceia e Antropodiceia: o mal na teologia depois de Auschwitz” – Karl-Josef KUSCHEL

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“Hannah Arendt: significado e experiĂȘncia viva” – Adriana NOVAES

Hannah Arendt foi uma das mais importantes pensadoras do sĂ©culo XX, e seu legado chega atĂ© nĂłs com uma viva importĂąncia. Tendo se dedicado ao estudo do fenĂŽmeno do totalitarismo como ĂĄpice de um processo de crise da tradição e de suas consequĂȘncias para a vida polĂ­tica e moral, cĂ©lebre por sua anĂĄlise da "banalidade… Continue lendo “Hannah Arendt: significado e experiĂȘncia viva” – Adriana NOVAES

“Hannah Arendt: a capacidade de julgar” – JosĂ© Alves de Freitas Neto

A banalidade do mal Ă© chave fundamental no pensamento de Hannah Arendt e se desdobra nas questĂ”es que enfrentamos no sĂ©culo XXI. A partir do cĂ©lebre julgamento de um burocrata nazista, Arendt sugeriu formulaçÔes incĂŽmodas sobre a capacidade de julgar, de discernir, de pensar. A banalidade do mal Ă©, de certa forma, uma advertĂȘncia aos… Continue lendo “Hannah Arendt: a capacidade de julgar” – JosĂ© Alves de Freitas Neto

“A Moral do Começo: sobre a Ă©tica do nascimento” – Hilan BENSUSAN; Julio CABRERA; Ana Miriam WUENSCH

A moral do começo - Sobre a Ă©tica do nascimento Ă© livro sobre a passagem do ine-xistente ao co-existente atravĂ©s do nascimento. Assim, ele discute fazer nascer e deixar nascer como cursos de ação que invocam opçÔes que dizem respeito ao começo da vida (dos outros). O livro gira em torno da tese antinatalista de… Continue lendo “A Moral do Começo: sobre a Ă©tica do nascimento” – Hilan BENSUSAN; Julio CABRERA; Ana Miriam WUENSCH

“Vers un monde de travailleurs sans travail ?” – Barbara CASSIN

L'Homme performatif (publiĂ© le 4 fĂ©vrier 2014 sur ventscontraires.net, la revue en ligne du ThĂ©Ăątre du Rond-Point). https://www.youtube.com/watch?v=zwGpGuhgRzY Le pire scĂ©nario de demain, avait prĂ©dit Hannah Arendt, serait « une sociĂ©tĂ© de travailleurs sans travail, c’est-Ă -dire privĂ©s de la seule activitĂ© qui leur reste ». Comment Ă©voluer alors entre le marteau de la prĂ©caritĂ© et l’enclume de… Continue lendo “Vers un monde de travailleurs sans travail ?” – Barbara CASSIN

“Perdas: o fim das teodicĂ©ias modernas” – Susan NEIMAN

Muitas vezes alega-se que Auschwitz acabou com as crenças anteriores de que o progresso era inevitĂĄvel, mas tais alegaçÔes pressupĂ”em uma ingenuidade que poucos textos conseguem suportar. Vimos o ceticismo quanto Ă  capacidade da humanidade de melhorar permear a obra de pensadores iluministas tĂŁo profundamente opostos entre si quanto Voltaire e Rousseau. Em 1794, ao… Continue lendo “Perdas: o fim das teodicĂ©ias modernas” – Susan NEIMAN

“Restos: Camus, Arendt, Teoria CrĂ­tica, Rawls” – Susan NEIMAN

Em um tributo ao rei Afonso, Hans Blumenberg escreveu que a era moderna começou com um ato de teodicĂ©ia (Blumenberg 2, 307). SerĂĄ que ela termina com a percepção de que qualquer ato desse tipo Ă© inĂștil? A reflexĂŁo polĂ­tica e histĂłrica sobre casos especĂ­ficos de mal e a esperança de uma resistĂȘncia especĂ­fica que… Continue lendo “Restos: Camus, Arendt, Teoria CrĂ­tica, Rawls” – Susan NEIMAN

“O Mal no Pensamento Moderno (introdução)” – Susan NEIMAN

Os aspectos das coisas que sĂŁo mais importantes para nĂłs ficam escondidos devido a sua simplicidade e familiaridade. (É impossĂ­vel perceber qualquer coisa — porque ela estĂĄ sempre diante dos olhos.) As verdadeiras bases de sua investigação nĂŁo surpreendem em nada. — E isso significa: deixamos de ser afetados por aquilo que, uma vez visto,… Continue lendo “O Mal no Pensamento Moderno (introdução)” – Susan NEIMAN

“Why we fail and how” – Costica BRADATAN

Los Angeles Review of Books, September 24, 2017 DIOGENES THE CYNIC (c. 412 BC–323 BC) apparently had to flee his native city of Sinope because he was caught in a scandal involving the defacement of Sinopean currency. He managed to save face, though, and switched from a failing career in counterfeiting to a more promising… Continue lendo “Why we fail and how” – Costica BRADATAN