“Hermenéutica y genealogía del mito en la obra de Hans Blumenberg” – Tomás POLLÁN

Tomás Pollán García (Valdespino de Somoza, León, 1948) es un filósofo español, profesor de Antropología y Filosofía en la Universidad Autónoma de Madrid. https://www.youtube.com/watch?v=SBjj1FxCK7g Licenciado en Filosofía por la Universidad de Comillas (Santander-Madrid) 1965-68 (summa cum laude) y por la Universidad Complutense de Madrid (1968-70). Su memoria de licenciatura en la Universidad Complutense fue dirigida… Continue lendo “Hermenéutica y genealogía del mito en la obra de Hans Blumenberg” – Tomás POLLÁN

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“Hans Blumenberg e o real lacaniano” – Ricardo Laleff ILIEFF

Fórum Aberto do Programa de Pós-graduação em Filosofia da Unicap (Universidade Católica de Pernambuco). https://www.youtube.com/watch?v=bV3IU8X0b3g Doctor en Ciencias Sociales (UBA), Magíster en Defensa (UNDEF) y Licenciado en Ciencia Política (UBA). Investigador del CONICET en el Instituto de Investigaciones Gino Germani (IIGG). Docente de grado y posgrado en el área de teoría política y social. Miembro… Continue lendo “Hans Blumenberg e o real lacaniano” – Ricardo Laleff ILIEFF

“Imagem e conceito: a metáfora da caça na filosofia da renascença” – Luiz Carlos BOMBASSARO

Aurora - Revista de Filosofia, v. 19, n. 24, p. 11-33, jan./jun. 2007 Resumo: O discurso filosófico da Renascença é marcado pelo uso freqüente de uma linguagem simbólica na qual se destacam mitos e metáforas. Visando mostrar a intrínseca relação que se estabelece entre imagem e conceito no pensamento renascentista, este texto indica o sentido… Continue lendo “Imagem e conceito: a metáfora da caça na filosofia da renascença” – Luiz Carlos BOMBASSARO

“O Antropoceno – um naufrágio com espectador?” – Bernhard SYLLA

EIBEA 2019. Encontro Iberoamericano de Estudos do Antropoceno. Atas (pp. 217-234). Braga: Centro de Ética, Política e Sociedade. [PDF] RESUMO: O filósofo alemão Hans Blumenberg publicou, em 1979, uma análise detalhada sobre a “metáfora existencial” (“Daseinsmetapher”) do naufrágio com espectador. Esta análise enquadra-se, na vasta obra de Blumenberg, por um lado, num conjunto de estudos… Continue lendo “O Antropoceno – um naufrágio com espectador?” – Bernhard SYLLA

“Crimes do futuro: o grotesco-chic da distopia de David Cronenberg” – Rodrigo MENEZES

Esgotados os modos de expressão, a arte se orienta para o sem-sentido, para um universo privado e incomunicável. Todo estremecimento inteligível, tanto em pintura como em música ou em poesia, nos parece, com razão, antiquado ou vulgar. O público desaparecerá em breve; a arte o seguirá de perto.Uma civilização que começou com as catedrais tinha… Continue lendo “Crimes do futuro: o grotesco-chic da distopia de David Cronenberg” – Rodrigo MENEZES

“Mundo como metáfora e as metáforas-mundo” – Hans BLUMENBERG

Uma expressão como "chove" poderia ser vista como a forma originária da determinação mínima, como se pode verificar na fácil metaforização "chovem protestos". Quem é que propriamente chove? Já foi dito que este impessoal descreve a generalidade da situação em que se fixa o fenômeno especial da chuva, do relâmpago e do trovão. Disso derivaria… Continue lendo “Mundo como metáfora e as metáforas-mundo” – Hans BLUMENBERG

“A modernidade: uma nova (era) cultura axial?” – Wolfgang SCHLUCHTER

Política & Sociedade - Revista de Sociologia Política, UFSC, v. 16 n. 36 (2017) Resumo: A proposição de uma era axial, durando aproximadamente entre 800 e 200 a.C. e ocorrendo nas principais civilizações do mundo antigo (China, Índia e Oriente Próximo), independentes umas das outras, foi primeiramente introduzida por Alfred Weber e Karl Jaspers.  Posteriormente ela foi desenvolvida… Continue lendo “A modernidade: uma nova (era) cultura axial?” – Wolfgang SCHLUCHTER

“Salina” – The Book of Knots 🎼

A música perfeita para um naufrágio; o naufrágio como tema por excelência desta canção do (já extinto) grupo norte-americano de rock experimental The Book of Knots [O Livro de Nós]. Para acompanhá-la visualmente, uma colagem de naufrágios cinematográficos, com inspiração na teoria de Hans Blumenberg do Naufrágio com espectador como metáfora de um paradigma da… Continue lendo “Salina” – The Book of Knots ðŸŽ¼

“Hans Blumenberg’s The Legitimacy of the Modern Age” – Robert M. WALLACE

Hans Blumenberg's The Legitimacy of the Modern Age is a book that rethinks both the substance and the process of Western intellectual history in a remarkably thorough and original way, shedding light on some of the most difficult questions of our time. Die Legitimität der Neuzeil was published in 1966, the first major work of… Continue lendo “Hans Blumenberg’s The Legitimacy of the Modern Age” – Robert M. WALLACE

“Restos: Camus, Arendt, Teoria Crítica, Rawls” – Susan NEIMAN

Em um tributo ao rei Afonso, Hans Blumenberg escreveu que a era moderna começou com um ato de teodicéia (Blumenberg 2, 307). Será que ela termina com a percepção de que qualquer ato desse tipo é inútil? A reflexão política e histórica sobre casos específicos de mal e a esperança de uma resistência específica que… Continue lendo “Restos: Camus, Arendt, Teoria Crítica, Rawls” – Susan NEIMAN