“Imagem e conceito: a metáfora da caça na filosofia da renascença” – Luiz Carlos BOMBASSARO

Aurora - Revista de Filosofia, v. 19, n. 24, p. 11-33, jan./jun. 2007 Resumo: O discurso filosófico da Renascença é marcado pelo uso freqüente de uma linguagem simbólica na qual se destacam mitos e metáforas. Visando mostrar a intrínseca relação que se estabelece entre imagem e conceito no pensamento renascentista, este texto indica o sentido… Continue lendo “Imagem e conceito: a metáfora da caça na filosofia da renascença” – Luiz Carlos BOMBASSARO

Publicidade

“O Antropoceno – um naufrágio com espectador?” – Bernhard SYLLA

EIBEA 2019. Encontro Iberoamericano de Estudos do Antropoceno. Atas (pp. 217-234). Braga: Centro de Ética, Política e Sociedade. [PDF] RESUMO: O filósofo alemão Hans Blumenberg publicou, em 1979, uma análise detalhada sobre a “metáfora existencial” (“Daseinsmetapher”) do naufrágio com espectador. Esta análise enquadra-se, na vasta obra de Blumenberg, por um lado, num conjunto de estudos… Continue lendo “O Antropoceno – um naufrágio com espectador?” – Bernhard SYLLA

“Crimes do futuro: o grotesco-chic da distopia de David Cronenberg” – Rodrigo MENEZES

Esgotados os modos de expressão, a arte se orienta para o sem-sentido, para um universo privado e incomunicável. Todo estremecimento inteligível, tanto em pintura como em música ou em poesia, nos parece, com razão, antiquado ou vulgar. O público desaparecerá em breve; a arte o seguirá de perto.Uma civilização que começou com as catedrais tinha… Continue lendo “Crimes do futuro: o grotesco-chic da distopia de David Cronenberg” – Rodrigo MENEZES

“Mundo como metáfora e as metáforas-mundo” – Hans BLUMENBERG

Uma expressão como "chove" poderia ser vista como a forma originária da determinação mínima, como se pode verificar na fácil metaforização "chovem protestos". Quem é que propriamente chove? Já foi dito que este impessoal descreve a generalidade da situação em que se fixa o fenômeno especial da chuva, do relâmpago e do trovão. Disso derivaria… Continue lendo “Mundo como metáfora e as metáforas-mundo” – Hans BLUMENBERG

“A modernidade: uma nova (era) cultura axial?” – Wolfgang SCHLUCHTER

Política & Sociedade - Revista de Sociologia Política, UFSC, v. 16 n. 36 (2017) Resumo: A proposição de uma era axial, durando aproximadamente entre 800 e 200 a.C. e ocorrendo nas principais civilizações do mundo antigo (China, Índia e Oriente Próximo), independentes umas das outras, foi primeiramente introduzida por Alfred Weber e Karl Jaspers.  Posteriormente ela foi desenvolvida… Continue lendo “A modernidade: uma nova (era) cultura axial?” – Wolfgang SCHLUCHTER

“Salina” – The Book of Knots 🎼

A música perfeita para um naufrágio; o naufrágio como tema por excelência desta canção do (já extinto) grupo norte-americano de rock experimental The Book of Knots [O Livro de Nós]. Para acompanhá-la visualmente, uma colagem de naufrágios cinematográficos, com inspiração na teoria de Hans Blumenberg do Naufrágio com espectador como metáfora de um paradigma da… Continue lendo “Salina” – The Book of Knots 🎼

“Hans Blumenberg’s The Legitimacy of the Modern Age” – Robert M. WALLACE

Hans Blumenberg's The Legitimacy of the Modern Age is a book that rethinks both the substance and the process of Western intellectual history in a remarkably thorough and original way, shedding light on some of the most difficult questions of our time. Die Legitimität der Neuzeil was published in 1966, the first major work of… Continue lendo “Hans Blumenberg’s The Legitimacy of the Modern Age” – Robert M. WALLACE

“Restos: Camus, Arendt, Teoria Crítica, Rawls” – Susan NEIMAN

Em um tributo ao rei Afonso, Hans Blumenberg escreveu que a era moderna começou com um ato de teodicéia (Blumenberg 2, 307). Será que ela termina com a percepção de que qualquer ato desse tipo é inútil? A reflexão política e histórica sobre casos específicos de mal e a esperança de uma resistência específica que… Continue lendo “Restos: Camus, Arendt, Teoria Crítica, Rawls” – Susan NEIMAN

Gnosticismo – Luiz Costa Lima

Folha de S. Paulo, 1 de agosto de 1999 A aproximação não estranhará quem recorde as constantes referências do escritor a Basílides, as eventuais a Carpócrates e a Valentino, bem como a nomeação direta da gnose e do gnosticismo na primeira fonte clássica de conhecimento da seita, o "Adversus Haereses", de Irineu. Ao fazê-las, Borges… Continue lendo Gnosticismo – Luiz Costa Lima

“Obsessão do Essencial”: navegação temerária, naufrágios e horizontes de libertação em Cioran – Rodrigo Menezes

"E il naufragar m'è dolce in questo mare" LEOPARDI, "L'Infinito" Para dar voz às suas experiências capitais e “obsessões essenciais”, Cioran amiúde recorre a metáforas teológicas e mitológicas, a uma linguagem metafísica, religiosa e/ou mística: “o mau demiurgo”, “a Criação fracassada”,[1] “Queda” (no tempo, do tempo), “despertar” (éveil), “nostalgia” (de um “Paraíso” ou Absoluto perdido[2]),… Continue lendo “Obsessão do Essencial”: navegação temerária, naufrágios e horizontes de libertação em Cioran – Rodrigo Menezes