“Este Eres Tú” – Arthur SCHOPENHAUER

Los lectores de mi ética saben que en ella el fundamento de la moral se basa en último término en aquella verdad que en los Vedas y el vedanta encuentra su expresión en la fórmula mística tat twam asi (este eres tú), que se pronuncia señalando a cada ser vivo, sea hombre o animal, y… Continue lendo “Este Eres Tú” – Arthur SCHOPENHAUER

“Você é o que você come”: Cioran e a gula livresca

Quem me curará da minha terrível Bildungstrieb1? Meu amor pelos livros, a necessidade que tenho de me 'cultivar', a sede de aprender, de colecionar, de saber, de acumular bagatelas sobre todas as coisas — responsabilizar a quem? Prefiro, por razões de comodidade, colocar esses defeitos na conta de minhas origens: oriundo de uma nação onde… Continue lendo “Você é o que você come”: Cioran e a gula livresca

“O Silêncio que você é” – PAPAJI

“Não há salvação possível fora da imitação do silêncio. Mas nossa loquacidade é pré-natal. Raça de tagarelas, de espermatozoides verbosos, estamos quimicamente ligados à Palavra.”CIORAN https://www.youtube.com/watch?v=0Rq7-Upm6YY Papaji, ou Sri H.W.L. Poonja, (1910 - 1997), foi discipulo de Ramana Maharshi e mestre de Mooji. Ensinou a auto-inquirição (Atma-Vichara) que envolvia localizar o senso de "eu", focando apenas nisso, através de… Continue lendo “O Silêncio que você é” – PAPAJI

“There Will Never Be a Peaceful World Until You Are Peaceful” (Mooji)

And since most of us are never peaceful, though pretending that we are, hiding the war inside, we lie to ourselves and we lie to the world. A "better world" of liars would be even worse than this one. It's like Dostoevsky's "Dream of a Ridiculous man"... It's either a revolution of the soul, or… Continue lendo “There Will Never Be a Peaceful World Until You Are Peaceful” (Mooji)

Cioran, les Cahiers et les lectures orientales

[Mars 1967] Selon la doctrine du Bouddha, il existe cinq obstacles au progrès spirituel : la sensualité, la malveillance, l'inertie physique et morale, l'inquiétude et le doute. Tous ces obstacles, je les connais bien; j'arriverais à surmonter les quatre premiers, qu'il me serait impossible d'avoir raison du dernier, le doute chez moi étant le mal… Continue lendo Cioran, les Cahiers et les lectures orientales

Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 3] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Na primeira parte do livro, “Uma juventude entre desespero e fervor político”, Fiore perfaz o itinerário de formação do jovem Cioran na Romênia da década de 30, explorando a dualidade de uma juventude dividida entre o desespero existencial e o fervor político. Não se faz política nos cumes do desespero. Schimbarea la faţă a României – libelo político… Continue lendo Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 3] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Entrevista de Cioran com Paul Assall

A contradição é o que salva Cioran. É dela que deriva o seu humor irresistível, que não raro leva a gargalhadas niilistas. Na entrevista radiofônica com Paul Assall, em 13 de março de 1985, Cioran começa dizendo que o ceticismo "deriva da minha experiência de vida pessoal, da minha luta cotidiana com a vida. E… Continue lendo Entrevista de Cioran com Paul Assall

“A linguagem da ironia” (E.M. Cioran)

Por muito perto que estejamos do Paraíso, a ironia vem afastar-nos dele. "Inépcias", diz-nos ela, "as vossas ideias de felicidade imemorial ou futura. Curai-vos das vossas nostalgias, da obsessão pueril do começo e do fim dos tempos. A eternidade, duração morta, só aos débeis interessa. Deixai vir o instante, deixai-o absorver os vossos sonhos." Voltamos… Continue lendo “A linguagem da ironia” (E.M. Cioran)

“Patandjáli e o Yoga” (Mircea Eliade)

Até meados do século passado, o doutor J. M. Honigberger assombrou o mundo científico relatando a história do yogin Hari-dâs. Em Láhaor [Lahore], na presença do marajá Ránjit Sing do Punjab e da sua corte, Hari-dâs se pôe em estado cataléptico e foi enterrado num jardim. Durante quarenta dias, uma guarda rigorosa vigiou a sua… Continue lendo “Patandjáli e o Yoga” (Mircea Eliade)

“As duas modalidades do Brahman e o mistério do âtman ‘cativo’ na matéria” (Mircea Eliade)

A identidade âtman-Brahman, percebida experimentalmente na "luz interior", ajuda o rishi a decifrar o mistério da Criação e, ao mesmo tempo, o do seu próprio modo de ser. Como sabe que o homem é cativo do karman e, no entanto, possuidor de um "Eu" imortal, ele descobre em Brahman uma situação comparável. Em outras palavras,… Continue lendo “As duas modalidades do Brahman e o mistério do âtman ‘cativo’ na matéria” (Mircea Eliade)