“O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

Destinado a ver o iluminado, não a luz.GOETHE, Pandora Que o ensaio, na Alemanha, esteja difamado como um produto bastardo; que sua forma careça de uma tradição convincente; que suas demandas enfáticas só tenham sido satisfeitas de modo intermitente, tudo isso já foi dito e repreendido o bastante. “A forma do ensaio ainda não conseguiu… Continue lendo “O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

“O Esquecimento, a Desrazão” – Maurice BLANCHOT

A RELAÇÃO DO DESEJO com o esquecimento como aquilo que se inscreve previamente fora da memória, relação com aquilo de que não pode haver recordação e que sempre precede, apaga a experiência de um traço, esse movimento que se exclui e que, por essa exclusão, se designa como exterior a si próprio, requer assim uma… Continue lendo “O Esquecimento, a Desrazão” – Maurice BLANCHOT

“Hölderlin: Lo que permanece lo fundan los poetas” – Helena Cortés GABAUDAN

Fundación Juan March, 1 de diciembre de 2015 https://www.youtube.com/watch?v=Z7syAxNQUiw “Hölderlin se puede resumir en un concepto, el de poesía” afirma la germanista Helena Cortés Gabaudan. Poeta y filósofo alemán de finales del siglo XVIII y principios del siglo XIX, el proyecto vital de Friedrich Hölderlin reunió los ideales ilustrados y los románticos y, junto a… Continue lendo “Hölderlin: Lo que permanece lo fundan los poetas” – Helena Cortés GABAUDAN

“Mihail Eminesco” – E.M. Cioran

Este breve ensaio compõe a primeira versão do Breviário de decomposição (1949), o début literário em língua francesa de Emil (doravante E. M.) Cioran, tendo sido excluído da versão final que ganharia, em 1950, o Prix Rivarol para jovens escritores estrangeiros. A versão inicial do Précis, intitulada Exercices négatifs, foi publicada postumamente, em 2005, numa… Continue lendo “Mihail Eminesco” – E.M. Cioran

“Il sentimento della morte nella poesia di Eminescu” – Armando SANTARELLI

Orizzonti Culturali Italo-Romeni, n. 7-8 luglio-agosto 2019, anno IX Penso che non ci sia opera poetica più indagata, nella letteratura romena, di quella di Mihai Eminescu (1850-1889). Il perché è ovvio: Eminescu è assurto alla dignità di poeta nazionale, è il letterato romeno più conosciuto e amato. Inoltre, la sua produzione abbraccia più generi, e… Continue lendo “Il sentimento della morte nella poesia di Eminescu” – Armando SANTARELLI

“O parasita dos poetas” (E.M. Cioran)

I – Não pode haver desenlace para a vida de um poeta. Tudo o que não empreendeu, todos os instantes alimentados com o inacessível lhe dão o seu poder. Experimenta o inconveniente de existir? Então sua faculdade de expressão se revigora, seu alento se dilata. Uma biografia só é legítima se põe em evidência a… Continue lendo “O parasita dos poetas” (E.M. Cioran)