“Viver sem crença nem descrença, ou: descristianizar-se é preciso (e quase impossível)” – Rodrigo MENEZES

Um dos grandes méritos de John Gray é sua crítica ao humanismo e ao ateísmo modernos. Não se trata de tradicionalismo, de uma defesa da religião e suas verdades sagradas (Gray é um cético); é antes a proposição de um humanismo (não antropocêntrico, se possível) e de um ateísmo mais consequentes e coerentes, menos abstratos… Continue lendo “Viver sem crença nem descrença, ou: descristianizar-se é preciso (e quase impossível)” – Rodrigo MENEZES

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“Madrigal triste” – Ch. BAUDELAIRE

I Que m'importe que tu sois sage?Sois belle! Et sois triste! Les pleursAjoutent un charme au visage,Comme le fleuve au paysage;L'orage rajeunit les fleurs. Je t'aime surtout quand la joieS'enfuit de ton front terrassé;Quand ton coeur dans l'horreur se noie;Quand sur ton présent se déploieLe nuage affreux du passé. Je t'aime quand ton grand oeil… Continue lendo “Madrigal triste” – Ch. BAUDELAIRE

“As ambiguidades da experiência moderna” – Franklin LEOPOLDO E SILVA

https://www.youtube.com/watch?v=I2wMQft9I9I A partir da visão hegeliana de modernidade, o professor discute como é possível pensar a arte e a poesia num mundo sem ideal. Neste cenário, a pergunta que parece se impor é: Como pensar a arte depois de Hegel?