M̼sica & Ceticismo РE.M. Cioran

Busquei a Dúvida em todas as artes e só a encontrei camuflada, furtiva, dissipada nos entreatos da inspiração, surgida do relaxamento do impulso; mas renunciei a buscá-la – mesmo sob essa forma – em música; aí não poderia florescer: ignorando a ironia, a música procede não das malícias do intelecto, mas dos matizes ternos ou… Continue lendo Música & Ceticismo – E.M. Cioran

“El ingenio sardónico de Luciano de Samosata” (José Luis Álvarez Lopeztello)

Ensayos de Filosofía, número 2, 2015 (2), artículo 4 RESUMEN: En este artículo se vuelve la mirada a Luciano de Samosata, un pensador clásico pero poco estudiado. Se rescatan algunas de las críticas que realiza, a través de una prosa irónica y lúcida, a las doctrinas y autoridades filosóficas, y al autoconcepto y pretensiones de… Continue lendo “El ingenio sardónico de Luciano de Samosata” (José Luis Álvarez Lopeztello)

“E. M. Cioran, la risa constante del filósofo escéptico que llegó de Transilvania” (Daniel Gigena)

LA NACIÓN, 8 abril 2021 A 110 años de su nacimiento, la obra del escritor y pensador rumano permite ser leída como un antídoto contra los fanatismos; la ironía y el refinamiento conviven en sus libros Hijo de un sacerdote ortodoxo y de una madre melancólica, como contó el hijo en su diario, el rumano… Continue lendo “E. M. Cioran, la risa constante del filósofo escéptico que llegó de Transilvania” (Daniel Gigena)

“Cioran y el Romanticismo” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Texto presentado en las Jornadas Filosóficas Cioran ( noviembre 2020), en homenaje a los 25 años del filósofo rumano (1911-1995). 1. Introducción  Me gustaría hacer un breve ejercicio hermenéutico en torno a Cioran: pensar la herencia romántica del pensador rumano, el fondo romántico de su pensamiento y de su obra, su romanticismo, en suma, lo… Continue lendo “Cioran y el Romanticismo” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Cioran e o Romantismo: espírito, pensamento, expressão” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

RESUMO: Trata-se de um exercício hermenêutico em torno da obra e do pensamento de Emil Cioran (1911-1995), no sentido de focalizar o romantismo latente ou manifesto deste pensador romeno consagrado por seus livros franceses: sua herança romântica, o fundus animæ romântico do seu pensamento existencial. Cioran, pensador – e artista – romântico: o que isso… Continue lendo “Cioran e o Romantismo: espírito, pensamento, expressão” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Os Anjos Reacionários” (E. M. Cioran)

É DIFÍCIL formular um juízo sobre a rebelião do menos filósofo dos anjos, sem misturar nele simpatia, assombro e reprovação. A injustiça governa o universo. Tudo o que se constrói, tudo o que se desfaz, leva a marca de uma fragilidade imunda, como se a matéria fosse o fruto de um escândalo no seio do… Continue lendo “Os Anjos Reacionários” (E. M. Cioran)

“Exegese da decadência” (E.M. Cioran)

O aforismo "Exegese da decadência" retoma -- sob uma outra luz, pelo filtro de um novo idioma e da forma mentis peculiar que ele modela -- a temática e a problemática de um importante texto periodístico de juventude do autor romeno do Breviário de decomposição: trata-se de Nihilism şi natura [Niilismo e natureza], publicado originalmente na revista… Continue lendo “Exegese da decadência” (E.M. Cioran)

Kierkegaard, precursor do “Antifilósofo” cioraniano

O prefácio de O Desespero Humano (1849) é bastante elucidativo da problemática existencial -- e religiosa -- colocada pelo pensamento kierkegaardiano, e também da sua divisa intelectual existencial-religiosa em oposição ao "totalitarismo" racionalista do Espírito absoluto hegeliano. "O professor, o mestre de estudos, o estudante e enfim o filósofo, amador ou formado não ficam na… Continue lendo Kierkegaard, precursor do “Antifilósofo” cioraniano

Zeflemea, derrisão balcânica

O dicionário romeno Dex define assim o substantivo feminino zeflemea: ironia sutil, troça, piada jocosa. Mofar-se de, zombar de alguém, rir-se de. Zeflemea é uma forma de derrisão, ironia ou sarcasmo, tipicamente balcânica. Em francês, costuma-se traduzir por uma palavra que também existe em português: boutade, tirada espirituosa ou engraçada, pensamento ou dito sutil, original e… Continue lendo Zeflemea, derrisão balcânica

“É preciso ser cético” (Marcio Tavares D’Amaral)

O Globo, 26/12/2015 Duvidando de todos os sins, eles têm certeza de todos os nãos Céticos são os que duvidam de tudo. Não acreditam em promessas, juras de amor, boas intenções. Olham de banda a própria realidade, que corre sob seus narizes: é falsa. Política? É lama. Políticos? Bandidos. E, evidentemente, não lhes venham com… Continue lendo “É preciso ser cético” (Marcio Tavares D’Amaral)