“A modernidade: uma nova (era) cultura axial?” – Wolfgang SCHLUCHTER

Política & Sociedade - Revista de Sociologia Política, UFSC, v. 16 n. 36 (2017) Resumo: A proposição de uma era axial, durando aproximadamente entre 800 e 200 a.C. e ocorrendo nas principais civilizações do mundo antigo (China, Índia e Oriente Próximo), independentes umas das outras, foi primeiramente introduzida por Alfred Weber e Karl Jaspers.  Posteriormente ela foi desenvolvida… Continue lendo “A modernidade: uma nova (era) cultura axial?” – Wolfgang SCHLUCHTER

“O absurdo e o suicídio” – CAMUS

Só existe um problema filosófico realmente sério: o suicídio. Julgar se a vida vale ou não vale a pena ser vivida é responder à pergunta fundamental da filosofia. O resto, se o mundo tem três dimensões, se o espírito tem nove ou doze categorias, vem depois. Trata-se de jogos; é preciso primeiro responder. E se… Continue lendo “O absurdo e o suicídio” – CAMUS

“O Existencialismo é um Humanismo” – SARTRE

GOSTARIA DE DEFENDER aqui o existencialismo contra um certo número de críticas que lhe têm sido feitas. Primeiramente, criticaram-no por incitar as pessoas a permanecerem num quietismo de desespero, porque, estando vedadas todas as soluções, forçoso seria considerar a ação neste mundo como totalmente impossível e ir dar por fim a uma filosofia contemplativa, o… Continue lendo “O Existencialismo é um Humanismo” – SARTRE

“«O despertar da consciência e o cansaço de se estar desperto»: Cioran e a Era do Eixo (Jaspers)” – Rodrigo MENEZES

Segundo Peter, Sloterdijk, Cioran teria sido “o primeiro a realizar o que Nietzsche tinha querido desmascarar como se tivesse existido desde sempre: uma filosofia do puro ressentimento.”[1] Ele tem em mente o motivo cioraniano do mécontentement (Rosset), a insatisfação total (“e não há insatisfação profunda que não seja de natureza religiosa”, pensa Cioran), de onde… Continue lendo “«O despertar da consciência e o cansaço de se estar desperto»: Cioran e a Era do Eixo (Jaspers)” – Rodrigo MENEZES

The “Axial Period”: What Was It and What Does It Signify? – Antony BLACK

The Review of Politics, Vol. 70, No. 1, Special Issue on Comparative Political Theory (Winter, 2008), pp. 23-39 Abstract: Karl Jaspers coined the term the "axial period" to refer to what he saw as the simultaneous development in several different and separate societies-China, India, Iran, Israel, Greece-of "a new departure within mankind." What he meant… Continue lendo The “Axial Period”: What Was It and What Does It Signify? – Antony BLACK

“A lição da nostalgia: a invenção de uma doença” – Jean STAROBINSKI

A história dos sentimentos e das “mentalidades” levanta uma questão de método, que tem a ver com a relação entre os sentimentos e a linguagem. Os sentimentos cuja história queremos retraçar só nos são acessíveis a partir do momento em que se manifestaram, verbalmente ou por qualquer outro meio expressivo. Para o crítico, para o… Continue lendo “A lição da nostalgia: a invenção de uma doença” – Jean STAROBINSKI

Chestov e a “tradição do pensamento humilhado” – Albert CAMUS

A inteligência também me diz, à sua maneira particular, que este mundo é absurdo. Seu contrário, que é a razão cega, prefere pretender que tudo está claro; eu esperava provas e desejava que ela tivesse razão. Mas, apesar de tantos séculos pretensiosos e acima de tantos homens eloquentes e persuasivos, sei que isto é falso.… Continue lendo Chestov e a “tradição do pensamento humilhado” – Albert CAMUS

“Cioran y el instinto religioso: la no rendición” – Liliana HERRERA

In: HERRERA A., M. Liliana; ABAD T., Alfredo A. (orgs). Cioran: ensayos críticos. Pereira: Universidad Tecnológica de Pereira, 2008, p. 208-225. ¡La pasión de lo absolutoen un alma escéptica!Cioran En su artículo Le démon cioranien et dieu, Ariana Bălaşa señala que la confrontación que Cioran sostiene con Dios “ha preocupado a muchos pensadores rumanos y… Continue lendo “Cioran y el instinto religioso: la no rendición” – Liliana HERRERA

“Os muros absurdos” – CAMUS

Como as grandes obras, os sentimentos profundos sempre significam mais do que têm consciência de dizer. A constância de um movimento ou repulsão dentro da alma se reconhece em hábitos de fazer ou de pensar e se persegue em conseqüências que a própria alma ignora. Os grandes sentimentos trazem junto com eles seu universo, esplêndido… Continue lendo “Os muros absurdos” – CAMUS

O Mar, infinito em transformação, como metáfora da vida e da filosofia: entrevista com Karl Jaspers

https://www.youtube.com/watch?v=k53hl-C2voQ Entrevista completa legendada em inglês: https://www.youtube.com/watch?v=0UJ0F6UsOqo German-Swiss psychiatrist and philosopher Karl Jaspers discusses his life in an interview from 1968.