“Cioran y el Romanticismo” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Texto presentado en las Jornadas Filosóficas Cioran ( noviembre 2020), en homenaje a los 25 años del filósofo rumano (1911-1995). 1. Introducción  Me gustaría hacer un breve ejercicio hermenéutico en torno a Cioran: pensar la herencia romántica del pensador rumano, el fondo romántico de su pensamiento y de su obra, su romanticismo, en suma, lo… Continue lendo “Cioran y el Romanticismo” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Cioran e o Romantismo: espírito, pensamento, expressão” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

RESUMO: Trata-se de um exercício hermenêutico em torno da obra e do pensamento de Emil Cioran (1911-1995), no sentido de focalizar o romantismo latente ou manifesto deste pensador romeno consagrado por seus livros franceses: sua herança romântica, o fundus animæ romântico do seu pensamento existencial. Cioran, pensador – e artista – romântico: o que isso… Continue lendo “Cioran e o Romantismo: espírito, pensamento, expressão” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“A Theory of the Aphorism: From Confucious to Twitter” (Andrew Hui)

A short history of the short saying Aphorisms are transhistorical and transcultural, a resistant strain of thinking that has evolved and adapted to its environment for millennia. Across deep time, they are vessels that travel everywhere, laden with freight yet buoyant. Terse sayings form a rich constellation in the Sanskrit, already found in the Rig-veda… Continue lendo “A Theory of the Aphorism: From Confucious to Twitter” (Andrew Hui)

De Maistre, Baudelaire, and Original Sin: between Tyranny and Heresy as Radical Liberty (Joseph Acquisto)

"Freedom is the supreme good only for those animated by the will to heresy." Cioran, Syllogismes de l'amertume * The high stakes of any modern or contemporary discussion of original sin immediately become apparent: quickly divorced from questions of belief, original sin becomes the base of a political theology that veers toward tyranny. The authoritarian conclusions fall back, however,… Continue lendo De Maistre, Baudelaire, and Original Sin: between Tyranny and Heresy as Radical Liberty (Joseph Acquisto)

“Tudo mais é literatura” (Barbara Cassin)

Atualmente, só se pode ser incompleto e alusivo; no melhor dos casos, programático. Com o triunfo da retórica sofística, entramos, de fato, em literatura. Como escrever fora dos dois grandes gêneros patenteados - quando não se é nem poeta nem filósofo? Uma inventividade exuberante e lábil se desdobra em mais de dois séculos, nessa Antigüidade… Continue lendo “Tudo mais é literatura” (Barbara Cassin)

“Caindo da redenção: escrever e pensar para além da salvação em Baudelaire, Cioran, Fondane, Agamben e Nancy” (Joseph Acquisto)

Muito embora decididamente ateísta em sua orientação, os desenvolvimentos recentes na teoria literária e na filosofia continental suscitaram um interesse renovado pelo teológico. Na aurora de estudos como o de Charles Taylor, Uma era secular, os estudiosos colocaram em questão a hipótese da secularização pela qual o nascimento da modernidade no Ocidente representou uma ruptura… Continue lendo “Caindo da redenção: escrever e pensar para além da salvação em Baudelaire, Cioran, Fondane, Agamben e Nancy” (Joseph Acquisto)

“The Fall out of Redemption: Writing and Thinking Beyond Salvation in Charles Baudelaire” (Joseph Acquisto)

https://www.youtube.com/watch?v=RaURphP0lec In the nineteenth century and continuing to our own day, many atheist and agnostic writers have borrowed from a theological framework while refuting tenets of Christianity, especially the existence of a benevolent God and the possibility of redemption. Mid-nineteenth-century poet Charles Baudelaire goes further than many contemporary thinkers in identifying the consequences of refusing… Continue lendo “The Fall out of Redemption: Writing and Thinking Beyond Salvation in Charles Baudelaire” (Joseph Acquisto)

“O fragmento é indestrutível” (Jean-Luc Nancy)

Publicado na Revista Polichinello, 06/02/2013 Ele não é um objeto, não é um gênero, não faz obra. (A vontade fragmentária de Friedrich Schlegel é a vontade mesma da Obra, não voltemos a isso. Mas aquilo que Blanchot nomeia de a exigência fragmentária excede a obra, porque isso excede a vontade.) * Fragmento: o texto é… Continue lendo “O fragmento é indestrutível” (Jean-Luc Nancy)