“A revolta dos dândis” – Albert CAMUS

Mas ainda é a hora dos homens de letras. O romantismo, com sua revolta luciferina, só servirá realmente às aventuras da imaginação. Como Sade, ele se separará da revolta da antiguidade pela preferência dada ao mal e ao indivíduo. Ao ressaltar seus poderes de desafio e de recusa, a revolta nesse estágio esquece seu conteúdo… Continue lendo “A revolta dos dândis” – Albert CAMUS

“William Empson: Dios como comandante de un campo de concentración” – John GRAY

«Si algo importante tenía la sensación de haber aprendido tras haber tratado de considerar la ética desde sus términos más fundamentales, es que aquello a lo que los cristianos rinden culto, con tan incesante publicidad de la tortura, es literalmente el diablo». A esa conclusión llegaba William Empson en el capítulo que dedicó al cristianismo… Continue lendo “William Empson: Dios como comandante de un campo de concentración” – John GRAY

Prioridade, Autoridade, Angústia da Influência – Harold BLOOM

Nietzsche e Freud são, até onde me é dado ver, as influências básicas na teoria da influência apresentada neste livro. Nietzsche é o profeta do antitético, e sua Genealogia da moral é o mais profundo estudo de que disponho das tensões revisionárias e ascéticas no temperamento estético. As investigações por Freud dos mecanismos de defesa… Continue lendo Prioridade, Autoridade, Angústia da Influência – Harold BLOOM

A angústia da influência – Harold BLOOM

A angústia da influência foi e continua sendo mal interpretado, de uma maneira medíocre. Qualquer leitor capaz deste livro, o que significa qualquer um com alguma sensibilidade literária e que não seja comissário nem ideólogo, de esquerda ou direita, verá que influência-angústia não se refere tanto aos precursores quanto é uma angústia realizada no e… Continue lendo A angústia da influência – Harold BLOOM

“Observações iniciais sobre a importância da Ortodoxia” – G. K. CHESTERTON

NADA INDICA, de modo mais inusitado, o enorme e silencioso mal da sociedade moderna do que o estranho uso que é feito, em nossos dias, da palavra “ortodoxo”. No passado, o herege se orgulhava de não ser herege. Os reinos do mundo, a polícia e os juízes é que eram hereges. Ele era ortodoxo. Não… Continue lendo “Observações iniciais sobre a importância da Ortodoxia” – G. K. CHESTERTON

Iluminismo & Romantismo – Harold BLOOM

A NOSSA DEFINIÇÃO CLÁSSICA daquilo que o sublime literário reivindica pode ser encontrada nas sentenças iniciais de The romantic sublime O sublime romântico de Thomas Weiskel: A alegação essencial do sublime é que o homem pode, no sentimento e na linguagem, transcender o humano. O que se encontra além do humano, se é que algo… Continue lendo Iluminismo & Romantismo – Harold BLOOM

“Self-Reliance, or Mere Gnosticism” – Harold BLOOM

Even the most spiritual of autobiographies is necessarily a song of the self. At sixty-five, I find myself uncertain just when my self was born. I cannot locate it in my earliest memories of childhood, and yet I recall its presence in certain memories of reading, particularly of the poets William Blake and Hart Crane,… Continue lendo “Self-Reliance, or Mere Gnosticism” – Harold BLOOM

“Visões de anjos” (Harold Bloom)

Os anjos são tudo, menos imagens efêmeras. A sequência histórica de religiões ocidentais -- zoroastrismo, judaísmo, cristianismo, Islã -- não soube contar a história de suas verdades sem intercessões angélicas, nem há grande tradição religiosa, oriental ou ocidental, que não dependa de anjos. A vida espiritual, expressa no culto ou na prece, na contemplação privada… Continue lendo “Visões de anjos” (Harold Bloom)

“Gnosticism & Modern Nihilism” – Ioan P. CULIANU

Wo keine Göter sind, walten Gespenster.-- NOVALIS 1. The Birth of Nihilism The intention here is not to summarize the debate surrounding nihilism, a concept that appeared in 1799 and continues to be a very live option. I It will suffice to sketch in a few lines the essence of this "uncanny guest" (Nietzsche) who… Continue lendo “Gnosticism & Modern Nihilism” – Ioan P. CULIANU