Cioran, Dalí e “o livro mais caro do mundo”

Em entrevista ao Le Point (14/02/2003), Peter Sloterdijk afirmou que Cioran foi "o último verdadeiro cínico de nossa época", tendo levado uma "vida monástica informal. Mas ser o monge de um desespero privado custa caro, pois você está sendo o tempo todo confrontando por refutações de sua escolha, à prova de que a felicidade não… Continue lendo Cioran, Dalí e “o livro mais caro do mundo”

Sobre cinismos, niilismos e terrorismo de Estado (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Com o absurdo não se barganha, não se negocia. “Absurdo”, ou seja, esta palavrinha que nós, modernos, encontramos para maquiar o Mal. Como as explicações teológicas e metafísicas perderam sua razão de ser, não pegaria bem continuar usando tão atávica (e suja) expressão: “o Mal”. “O absurdo” soa melhor, mais moderno, mais filosófico, menos "cristão"… A… Continue lendo Sobre cinismos, niilismos e terrorismo de Estado (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“La violence nihiliste” (Robert C. Colin)

 Topique, 2007/2 (n° 99), pages 139 à 171 Nous entendons régulièrement parler de déclin de l’Occident : nous traverserions une nouvelle période de décadence, voire, notre civilisation ne se serait toujours pas relevée du déclin que les Lumières auraient paradoxalement provoqué. Les arguments ne manquent pas qui dénoncent le malaise actuel : nivellement par le bas, perte des valeurs,… Continue lendo “La violence nihiliste” (Robert C. Colin)

“Cioran e le virtù dell’indolenza” (Massimo Carloni)

Articolo pubblicato nel libro Cioran in Italia. Atti del Convegno (Roma, 10 novembre 2011). Aracne Editrice, 2012. Repubblicato con il permesso dell'autore. Maledizione del lavoro In principio era… l’ozio. La mitologia su questo punto concorda con la grammatica. L’otium precede il negotium, sia dal punto di vista temporale che etimologico, essendo il secondo una negazione o… Continue lendo “Cioran e le virtù dell’indolenza” (Massimo Carloni)