A diferença entre místicos e santos – CIORAN

A diferença entre místicos e santos. Os primeiros se limitam à visão interior; os últimos a realizam na prática. A santidade extrai as consequências da mística, especialmente as éticas. Um santo é um místico; um místico pode não ser um santo. A caridade não é necessariamente um atributo do místico; Sem ela, por outro lado,… Continue lendo A diferença entre místicos e santos – CIORAN

Le mauvais d̩miurge, livro in̩dito de Emil Cioran РRodrigo Menezes [PDF]

Apresentação deste importante livro de Cioran ainda inédito em língua portuguesa, tendo como pretexto argumentativo a resenha assinada por Gabriel Marcel, filósofo existencialista cristão e amigo do autor romeno: "Um aliado na contracorrente" (Le Monde, 28 de junho de 1969). Trata-se de uma análise compreensiva do livro, contextualizado no âmbito do conjunto da obra de… Continue lendo Le mauvais démiurge, livro inédito de Emil Cioran – Rodrigo Menezes [PDF]

“El mar”, videopoema de Olga Lucía Betancourt

Espacio M. Liliana Herrera A. 🇨🇴

Olga Lucía Betancourt S. es poeta, intelectual autodidacta y una gran melómana, como además su prima Liliana Herrera (1960-2019). Olga Nació en Viterbo (Caldas) y vivió en Pereira hasta el 1995, cuando se mudó a Luxemburgo donde vivió por más de 20 años (razón por la cual no estuvo presente en las diez ediciones del Encuentro Internacional Emil Cioran).

Olga siempre estuvo presente en la vida de Liliana, pese a la distancia física entre ellas, en sus pensamientos y recuerdos. Desde la infancia hasta la vida adulta, pasando por la adolescencia, Olga y Liliana vivieron importantes e inolvidables momentos juntas, escuchando la música de Mina[1] o discutiendo filosofía, literatura y mucho más. Ellas comparten muchos intereses, empezando por la pasión-Cioran. La prima mayor de Liliana es una gran (atenta y sensible) lectora del filósofo rumano, a quien Liliana dedicó gran parte de su vida académica.

Además de la…

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“Goles que nos pusieron en el mapa” (Carlos Rehermann)

Da la impresión de que Cioran habla de un Uruguay celestial como de un triángulo de cuatro lados, un conjunto vacío: simplemente instala en nuestra imaginación una idea obtusa o ridícula. Lo cierto es que no deja de tener cierta carga de agresividad o desprecio. Una Jerusalén celestial no es ridícula, ni una Grecia empírea,… Continue lendo “Goles que nos pusieron en el mapa” (Carlos Rehermann)

“A diferença entre místicos e santos” (Emil Cioran)

A diferença entre místicos e santos. Os primeiros se limitam à visão interior; os últimos a realizam na prática. A santidade extrai da mística suas consequências, especialmente as éticas. Um santo é um místico; um místico pode não ser um santo. A caridade não é necessariamente um atributo da mística; sem ela, contudo, não se… Continue lendo “A diferença entre místicos e santos” (Emil Cioran)

A grande tentação (Emil Cioran)

A perda da consciência de ser criatura: odiamos tudo o que é ser; deixamos de ser solidários com todas as criaturas junto às quais uma vez ornamentamos o paraíso. Quando odiamos os animais, odiamos a base de nossa vida. Queremos escapar totalmente da ordem das criaturas. Por que então, quando nos abandona a sensação de… Continue lendo A grande tentação (Emil Cioran)

“Cioran, el aforismo y la santidad” (Gonzalo Gragera)

LA TRASTIENDA, 2 junio 2017 Asumen los lectores, a base de argumentos ya recurrentes, que los aforismos son un género que crece con la ayuda de las redes sociales, plataformas virtuales en donde  nos invitan a plasmar nuestros pensamientos en píldoras, en pequeños fragmentos, ya sea por límite de caracteres o por lógica de espacio… Continue lendo “Cioran, el aforismo y la santidad” (Gonzalo Gragera)

“Meditação musical” (Emil Cioran)

A meditação musical deveria ser o protótipo do pensamento em geral. Por acaso algum filósofo seguiu um motivo até o fundo, até tocar o seu limite e esgotá-lo, tal como faz um Bach ou um Beethoven? O pensamento exaustivo só existe na música. Depois de ler os pensadores mais profundos, sentimos a necessidade de recomeçar… Continue lendo “Meditação musical” (Emil Cioran)

Um místico sem absoluto: “Cioran, l’hérétique”, de Patrice Bollon (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

A biografia crítica de Patrice Bollon, Cioran, l’hérétique (1997) não acrescenta muita coisa, no que concerne ao tema da religião e da mística, em relação ao ensaio de Jaudeau (1990) – antes reitera o que já havia sido intuído e apontado pela antecessora (por exemplo, que se trata de um gnóstico sem deus e sem… Continue lendo Um místico sem absoluto: “Cioran, l’hérétique”, de Patrice Bollon (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Sobre Lágrimas y Santos (Christian Santacroce)

«Je me vois, à Braşov, dans cette maison juchée sur la colline, je me vois plongé dans la vie des saints!». Cioran, Cahiers, p. 967. Cioran escribe Lágrimas y santos entre 1936 y 1937, durante el año que pasa en Braşov como profesor de filosofía y lógica en el actual Colegio Nacional Andrei Şaguna. El… Continue lendo Sobre Lágrimas y Santos (Christian Santacroce)