“A liberdade Ă© a possibilidade do isolamento” – Bernardo SOARES

A liberdade Ă© a possibilidade do isolamento. És livre se podes afastar-te dos homens, sem que te obrigue a procurĂĄ-los a necessidade de dinheiro, ou a necessidade gregĂĄria, ou o amor, ou a glĂłria, ou a curiosidade, que no silĂȘncio e na solidĂŁo nĂŁo podem ter alimento. Se te Ă© impossĂ­vel viver sĂł, nasceste escravo.… Continue lendo “A liberdade Ă© a possibilidade do isolamento” – Bernardo SOARES

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“Os seguidores de Schopenhauer” – NIETZSCHE

Os seguidores de Schopenhauer. — O que se percebe no contato entre povos civilizados e bĂĄrbaros: que normalmente a cultura inferior começa por tomar os vĂ­cios, fraquezas e excessos da superior, a partir daĂ­ sente alguma atração por esta e, enfim, mediante os vĂ­cios e fraquezas adquiridos, tambĂ©m recebe algo da força valiosa da cultura… Continue lendo “Os seguidores de Schopenhauer” – NIETZSCHE

Literatura contra el autoritarismo – Rafael PĂ©rez GAY

La Otra Aventura, 9 de julio de 2021 https://www.youtube.com/watch?v=aTgxGpAtLAU La historia de la humanidad y sus civilizaciones es la historia del poder, de la extensiĂłn de la voluntad de un grupo de personas sobre otros. Tal vez de todas las formas de gobierno que se han ensayado, la mĂĄs recurrente haya sido, por desgracia, el… Continue lendo Literatura contra el autoritarismo – Rafael PĂ©rez GAY

“AngĂșstia dialeticamente determinada no sentido de destino” – SĂžren Aabye KIERKEGAARD

Costuma-se geralmente dizer que o paganismo jaz no pecado, porĂ©m seria talvez mais justo afirmar que ele reside na angĂșstia. De modo geral, o paganismo Ă© sensualidade, porĂ©m uma sensualidade que possui certa relação com o espĂ­rito, sem que, contudo, o espĂ­rito no sentido mais profundo esteja posto como espĂ­rito. Mas essa possibilidade Ă© justamente… Continue lendo “AngĂșstia dialeticamente determinada no sentido de destino” – SĂžren Aabye KIERKEGAARD

“IctiofĂ­deos e liberais” – John GRAY

Em Da outra margem, coleção de ensaios e diĂĄlogos escrita por Alexander Herzen entre 1847 e 1851, o jornalista radical russo imagina um diĂĄlogo entre alguĂ©m que acredita na liberdade humana e um cĂ©tico que julga os seres humanos por seu comportamento, e nĂŁo pelos ideais professados. Para surpresa daquele que acredita, o cĂ©tico cita… Continue lendo “IctiofĂ­deos e liberais” – John GRAY

Liberdade, Enfermidade, Utopia (E.M. Cioran)

A LIBERDADE, eu dizia, exige o vazio para manifestar-se; o exige e sucumbe a ele. A condição que a determina Ă© a mesma que a anula. Ela carece de bases: quanto mais completa for, mais vacilarĂĄ, pois tudo a ameaça, atĂ© o princĂ­pio do qual emana. O homem Ă© tĂŁo pouco feito para suportar a… Continue lendo Liberdade, Enfermidade, Utopia (E.M. Cioran)

“Kierkegaard, precursor do AntifilĂłsofo cioraniano” – Rodrigo MENEZES

O prefĂĄcio de O Desespero Humano (1849) Ă© bastante elucidativo da problemĂĄtica existencial -- e religiosa -- colocada pelo pensamento kierkegaardiano, e tambĂ©m da sua divisa intelectual existencial-religiosa em oposição ao "totalitarismo" racionalista do EspĂ­rito absoluto hegeliano. "O professor, o mestre de estudos, o estudante e enfim o filĂłsofo, amador ou formado nĂŁo ficam na… Continue lendo “Kierkegaard, precursor do AntifilĂłsofo cioraniano” – Rodrigo MENEZES

“A Maioridade de poucos e a Menoridade de muitos: Esclarecimento, Emancipação e Pessimismo AntropolĂłgico em Kant” – Rodrigo MENEZES

Kant Ă© o pai do pessimismo advogado por mim, enquanto Schopenhauer parcialmente desfigurou e estragou o pessimismo kantiano. Eduard von Hartmann, Philosophie des Unbewussten (1884) Introdução O cĂ©lebre texto de Immanuel Kant (1724-1804) Resposta Ă  questĂŁo: o que Ă© o Esclarecimento?, publicado na revista Berlinischen Monatsschrift em 1784, fora motivado pela publicação prĂ©via, na mesma… Continue lendo “A Maioridade de poucos e a Menoridade de muitos: Esclarecimento, Emancipação e Pessimismo AntropolĂłgico em Kant” – Rodrigo MENEZES

“O absurdo e a revolta em Camus” (JosĂ© JoĂŁo Neves Barbosa Vicente & Frances Deizer Gontijo)

TRÍAS - Revista eletrĂŽnica online de Filosofia, HistĂłria, Literatura e CiĂȘncias Sociais, nÂș 3 (2Âș semestre de 2011) RESUMO: O presente artigo propĂ”e analisar os conceitos de absurdo e de revolta na obra O homem revoltado (1999) de Albert Camus no intuito de mostrar que, no primeiro conceito existe um “eu” solitĂĄrio, no segundo, um “eu” solidĂĄrio. A anĂĄlise… Continue lendo “O absurdo e a revolta em Camus” (JosĂ© JoĂŁo Neves Barbosa Vicente & Frances Deizer Gontijo)

“Dupla face da liberdade” – E.M. Cioran

"A histĂłria Ă© um desenrolar fatal, que o homem imagina poder dominar. É falso. Neste sentido, eu seria bastante fatalista, como todo o leste europeu. LĂĄ, todo mundo Ă© fatalista, inclusive os que dizem que nĂŁo sĂŁo, e compreende-se. Mas, Ă  parte disso, pensando bem, dominamos as coisas na superfĂ­cie, mas nĂŁo nas profundidades. O… Continue lendo “Dupla face da liberdade” – E.M. Cioran