Cioran & ParmĂȘnides – ClĂ©ment ROSSET

A Deusa de ParmĂȘnides faz do homem faz do homem um condenado Ă  realidade, e um condenado inapelĂĄvel, pois nĂŁo existe nenhum tribunal habilitado para conhecer suas petiçÔes ou admoestaçÔes. O que existe Ă©, de um lado, irrefutĂĄvel em si e, de outro, refuta tudo o que seria outro: nĂŁo hĂĄ nenhum halo de alteridade… Continue lendo Cioran & ParmĂȘnides – ClĂ©ment ROSSET

“Bergson, leitor de LucrĂ©cio: As ImplicaçÔes Existenciais do Determinismo” (Jonas Gonçalves Coelho)

Revista Trans/Form/Ação, SĂŁo Paulo, 26(1): 129-140, 2003 RESUMO: Tomamos como objeto de anĂĄlise a obra precoce de Bergson, os Extraits de LucrĂšce, procurando mostrar que ao privilegiar as implicaçÔes existenciais negativas do determinismo, prefigura e justifica o fato de dedicar grande parte de seu pensamento filosĂłfico posterior Ă  crĂ­tica ao determinismo e Ă  defesa da… Continue lendo “Bergson, leitor de LucrĂ©cio: As ImplicaçÔes Existenciais do Determinismo” (Jonas Gonçalves Coelho)

“A Arte de Saborear O Gosto Amargo Das Coisas”: O Pessimismo nos Cahiers

— Le pessimisme, comme l'optimisme d'ailleurs, est un signe de dĂ©sĂ©quilibre mental. — O pessimismo, como de resto o otimismo, Ă© um signo de desequilĂ­brio mental. § Il y a un « pessimisme roumain », ou plutĂŽt une « peur de vivre » nationale dont j'ai hĂ©ritĂ©, indiscutablement. HĂĄ um "pessimismo romeno", ou antes um… Continue lendo “A Arte de Saborear O Gosto Amargo Das Coisas”: O Pessimismo nos Cahiers

Clément Rosset: sobre sabedoria erudita e sabedoria popular (Rodrigo Inåcio R. Så Menezes)

"Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para nĂŁo tornar-se tambĂ©m um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para vocĂȘ." Nietzsche, AlĂ©m do Bem e do Mal "Ao divinizar a histĂłria para desacreditar Deus, o marxismo sĂł conseguiu tornar Deus mais estranho e mais obsedante. Pode-se sufocar tudo no… Continue lendo ClĂ©ment Rosset: sobre sabedoria erudita e sabedoria popular (Rodrigo InĂĄcio R. SĂĄ Menezes)

“O PrincĂ­pio de Crueldade” – ClĂ©ment ROSSET

IntĂ©rprete do pensamento trĂĄgico, ClĂ©ment Rosset defende a idĂ©ia de que toda realidade Ă© cruel. Essa â€œĂ©tica da crueldade” se baseia em dois princĂ­pios que sĂŁo o objeto principal deste livro. O primeiro, o princĂ­pio de realidade suficiente: o real basta e dele nada escapa, posto que Ă© real. Cabe aos homens se contentar e… Continue lendo “O PrincĂ­pio de Crueldade” – ClĂ©ment ROSSET

Dos males, o pior: a filosofia trågica de Clément Rosset

Nonfilozofie: ideile se sufocă de sentiment. [NĂŁo-filosofia: as ideias sufocam de sentimento.] (CIORAN, Amurgul gĂąndurilor) Conseguir pensar o pior - tal Ă© pois o alvo mais geral da filosofia terrorista, o cuidado comum a pensadores tĂŁo diferentes quanto os filĂłsofos citados mais acima. A tais pensadores, esta infecta tarefa apareceu nĂŁo somente como tarefa Ășnica,… Continue lendo Dos males, o pior: a filosofia trĂĄgica de ClĂ©ment Rosset

“Um sĂĄbio enxertado num leproso: Cioran entre Montaigne e Pascal” (Rodrigo InĂĄcio R. SĂĄ Menezes)

Homo sunt; nihil humani a me alienum puto. É sabido que uma das principais influĂȘncias de Cioran Ă© Blaise Pascal (1623-1662), que por sinal ClĂ©ment Rosset tanto apreciava pelo seu "lado trĂĄgico", ou seja, por tudo aquilo que Ă© o menos essencial em Pascal (Rosset reĂșne Pascal a DemĂłcrito, LucrĂ©cio e Nietzsche numa famĂ­lia de… Continue lendo “Um sĂĄbio enxertado num leproso: Cioran entre Montaigne e Pascal” (Rodrigo InĂĄcio R. SĂĄ Menezes)

“O princĂ­pio de crueldade”(ClĂ©ment Rosset)

"Hipocondria melancĂłlica", observa GĂ©rard de Nerval em um diĂĄrio. "É um mal terrĂ­vel: faz ver as coisas tais como sĂŁo." Por "crueldade" do real entendo em primeiro lugar, Ă© claro, a natureza intrinsecamente dolorosa e trĂĄgica da realidade. NĂŁo me estenderei sobre este primeiro sentido, mais ou menos conhecido de todos, e sobre o qual… Continue lendo “O princĂ­pio de crueldade”(ClĂ©ment Rosset)

“ClĂ©ment Rosset: El amor por lo singular” (Santiago Espinosa)

LAS NUBES, Universitat de Barcelona, 18 enero 2007. DespuĂ©s de Lo real y su doble y de Lo real. Tratado de la idiotez, El objeto singular continĂșa la serie de diez libros que ClĂ©ment Rosset ha llamado recientemente: La escuela de lo real . Una vez mĂĄs, se trata de poner de manifiesto el estatuto de lo real, «Ășnico, presente, irrepresentable», frente… Continue lendo “ClĂ©ment Rosset: El amor por lo singular” (Santiago Espinosa)

“Un canĂ­bal en ParĂ­s” (Rafael Narbona)

El Cultural, España, 08/04/2011 Emile M. Cioran (Rasinari, Tansilvania, 1911-ParĂ­s, 1995) cultivĂł el desarraigo, el nihilismo, la desesperaciĂłn y una autocomplaciente megalomanĂ­a: “Durante toda mi vida he alimentado la extraordinaria pretensiĂłn de ser el hombre mĂĄs lĂșcido que he conocido”. Es imposible leer estas lĂ­neas y no recordar a Nietzsche, planteĂĄndose en Ecce Homo: “Por quĂ©… Continue lendo “Un canĂ­bal en ParĂ­s” (Rafael Narbona)