“O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

Destinado a ver o iluminado, não a luz.GOETHE, Pandora Que o ensaio, na Alemanha, esteja difamado como um produto bastardo; que sua forma careça de uma tradição convincente; que suas demandas enfáticas só tenham sido satisfeitas de modo intermitente, tudo isso já foi dito e repreendido o bastante. “A forma do ensaio ainda não conseguiu… Continue lendo “O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

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“‘Dostoiévski e a dialética: Fetichismo da forma, utopia como conteúdo’: um prefácio” (Manuel da Costa Pinto)

Estadão, 18 de maio de 2018 Prefácio ao livro "Dostoiévski e a dialética: Fetichismo da forma, utopia como conteúdo" (Editora Hedra), de Flávio Ricardo Vassoler. Em Cioran, l’Hérétique, biografia intelectual do ensaísta romeno – e filósofo dostoievskiano – Emil Cioran, o jornalista francês Patrice Bollon faz uma breve e aguda observação que pode servir como porta de… Continue lendo “‘Dostoiévski e a dialética: Fetichismo da forma, utopia como conteúdo’: um prefácio” (Manuel da Costa Pinto)

Dostoiévski: “A consagração do profeta” (Manuel da Costa Pinto)

Com Dostoiévski: O Manto do Profeta (1871-1881), Edusp conclui a publicação da monumental biografia do romancista russo escrita pelo crítico norte-americano Joseph Frank Resenha publicada no Website da Edusp Numa biografia de E. M. Cioran, o ensaísta Patrice Bollon, após assinalar que Dostoiévski era a fonte primordial do filósofo romeno, nota que na França o autor… Continue lendo Dostoiévski: “A consagração do profeta” (Manuel da Costa Pinto)