“Civilização e Frivolidade” – CIORAN

Como suportaríamos a massa e a profundidade gasta das obras e das obras-primas, se espíritos impertinentes e deliciosos não houvessem acrescentado à sua trama as franjas de um desprezo sutil e de ironias espontâneas? E como poderíamos suportar os códigos, os costumes, os parágrafos do coração que a inércia e a conveniência superpuseram aos vícios… Continue lendo “Civilização e Frivolidade” – CIORAN

“A alegria inaudita de Cioran” – José Thomaz BRUM

Folha de S. Paulo, Caderno Mais!, domingo, 2 de julho de 1995 Rue Garancière, rue Saint-Sulpice, rue de l'Odéon -quantas vezes não rememorei este trajeto que tanto significou para mim? Era 1990, fevereiro, estávamos- eu e Katia (Muricy) em Paris, rue de Vaugirard. A chegada fora tumultuada e trouxera um problema inesperado: Katia perdera a… Continue lendo “A alegria inaudita de Cioran” – José Thomaz BRUM