“A democracia criminosa” – Jacques RanciĂšre

Folha de S. Paulo, Caderno Mais!, 28 de março de 2004 HĂĄ alguns meses apareceu na França um livro de tĂ­tulo intrigante: "As TendĂȘncias Criminosas da Europa DemocrĂĄtica" ["Les Penchants Criminels de l'Europe DĂ©mocratique", ed. Verdier]. O autor, Jean-Claude Milner, nĂŁo deixava os leitores ignorarem por muito tempo de qual crime a democracia era, segundo… Continue lendo “A democracia criminosa” – Jacques RanciĂšre

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“O louco razoĂĄvel de Chesterton” – Paulo A. G. de SOUZA

Folha de S. Paulo, Caderno Mais!, 13 de fevereiro 1994 Em artigo intitulado "Chesterton suspende crença na sanidade" (Folha, 26 de janeiro), Marcelo Coelho, ao comentar os paradoxos de Chesterton, confunde dois sentidos do termo "paradoxo" e, com isso, torna sua anĂĄlise obscura. Pois veja: Quando Chesterton, segundo Marcelo Coelho, nega a crença de que… Continue lendo “O louco razoĂĄvel de Chesterton” – Paulo A. G. de SOUZA

“Aos foliĂ”es” (Caio TĂșlio Costa)

Folha de S. Paulo, 19 de fevereiro de 1995 Uma das experiĂȘncias mais reveladoras Ă© a tentativa de pensar contra si mesmo. No limite, vocĂȘ vai se entender um pouco melhor. Quem sabe sentir-se mais confortĂĄvel dentro de sua pele —mesmo continuando sem se entender. Existe um poderoso pensador, nascido em 1911, romeno, radicado em… Continue lendo “Aos foliĂ”es” (Caio TĂșlio Costa)

Jean-Luc Godard (1930-2022), leitor de Cioran

"Ler, entĂŁo viver", entrevista de Jean-Luc Godard a Pierre Assouline, publicada no caderno Mais!, Folha de S. Paulo, 27 de julho de 1997 Desde sempre os livros sĂŁo seus amigos. E a literatura, sua boa fada, lhe deu "uma consciĂȘncia moral". O cineasta mĂ­stico da Nouvelle Vague recebeu a "Lire" Ă s margens do lago LĂ©man,… Continue lendo Jean-Luc Godard (1930-2022), leitor de Cioran

A insĂŽnia da razĂŁo | Caderno Mais! – Folha de S. Paulo (12/02/1995)

"Ser desconhecido Ă© uma volĂșpia" (entrevista publicada no extinto suplemento cultural Mais!, da Folha de SĂŁo Paulo, 12/02/1995) - Fonte original Foi assim que consegui resolver o meu problema e tudo isso foi necessĂĄrio para viver sem exercer uma profissĂŁo. Mas tudo isso acabou, os moços, hoje, nĂŁo tĂȘm mais essa possibilidade. Tem moços que vĂȘm… Continue lendo A insĂŽnia da razĂŁo | Caderno Mais! – Folha de S. Paulo (12/02/1995)

“A frivolidade de um apĂłstolo da desilusĂŁo”- Marcelo COELHO

Caderno Mais!, Folha de SĂŁo Paulo, 26 de novembro de 2000 Cioran une petulĂąncia e melancolia nos textos de "ExercĂ­cios de admiração", que analisa autores como ValĂ©ry e Beckett. Em qualquer tempo e em qualquer lugar hĂĄ motivos de sobra para o pessimismo. Existem Ă©pocas, entretanto, em que essa atitude se torna especialmente charmosa e… Continue lendo “A frivolidade de um apĂłstolo da desilusĂŁo”- Marcelo COELHO

“Cioran Ă© herdeiro dos cĂ©ticos, de Nietzsche a DostoiĂ©vski” (CĂĄssio Starling Carlos)

Caderno Mais!, Folha de SĂŁo Paulo, 17 de fevereiro de 1995 Se Ă© correto, como afirmam a maioria dos seus exegetas, filiar o filĂłsofo E.M. Cioran Ă  corrente dos chamados pessimistas e dos cĂ©ticos, o romeno seria herdeiro de uma linhagem tĂŁo antiga quanto o prĂłprio pensamento. Pregadores de uma verdade absoluta capaz de resistir… Continue lendo “Cioran Ă© herdeiro dos cĂ©ticos, de Nietzsche a DostoiĂ©vski” (CĂĄssio Starling Carlos)

“O silĂȘncio do dĂąndi romeno” – Leda TenĂłrio da MOTTA

Especial para a Folha de SĂŁo Paulo, Caderno Mais!, 17 de fevereiro de 1995 Com pudor inusual e ironia perfeita, Emil Michel Cioran renuncia Ă  literatura em 1987, no exato momento em que estĂĄ saindo de um longo anonimato para alcançar o que a muitos sĂł teria aconselhado a continuar: reconhecimento da crĂ­tica, prĂȘmios, que invariavelmente… Continue lendo “O silĂȘncio do dĂąndi romeno” – Leda TenĂłrio da MOTTA