“Os defensores de Deus: Leibniz e Pope” (Susan Neiman)

Leibniz escreveu que todos condenam a opinião de Afonso de que o mundo poderia ser melhor. Juntava-se à condenação generalizada e se perguntava por que, apesar dela, o mundo dos filósofos e teólogos continha tantos Afonsos modernos. Pois qualquer um que pense que Deus poderia ter feito o mundo melhor e escolheu não o fazer… Continue lendo “Os defensores de Deus: Leibniz e Pope” (Susan Neiman)

“Fogo do céu” (Susan Neiman)

A filosofia não faz nenhum segredo disso. A confissão de Prometeu, “Em uma palavra, odeio todos os deuses”, é sua própria confissão, sua própria frase contra todos os deuses celestes e terrenos que se recusam a reconhecer a autoconsciência humana como a suprema divindade — ao lado da qual nenhuma outra deveria existir. — Marx,… Continue lendo “Fogo do céu” (Susan Neiman)

“The Buddhists, the Gnostics and the Antinomistic Societies, or the Arabian Sea in the first-second century AD” (Giovanni Verardi)

Annali dell'Istituto Orientale di Napoli 57, 1997, 323–46. THIRTY YEARS AGO, at the Colloquium on the origins of Gnosticism held in Messina, Edward Conze palced in evidence the numerous phenomenological aspectos common to Gnosticism and Buddhism, and more precisely, accepting the methodological and chronological limits established by Ugo Bianchi, to Buddhism and Gnosis. He cautiously… Continue lendo “The Buddhists, the Gnostics and the Antinomistic Societies, or the Arabian Sea in the first-second century AD” (Giovanni Verardi)

“Emil Cioran e Harold Bloom: afinidades espirituais” (Rodrigo I. R. Sá Menezes)

Je suis spirituellement, et géographiquement, un bogomile. Cioran, Cahiers : 1957-1972 Um nunca mencionou o outro, ainda que seja improvável que não soubessem da existência um do outro; alguns silêncios são significativos – dizem mais do que todas as palavras juntas. No entanto, as afinidades entre o crítico literário norte-americano e o filósofo romeno de expressão… Continue lendo “Emil Cioran e Harold Bloom: afinidades espirituais” (Rodrigo I. R. Sá Menezes)

“Noir Cioran” (Phillippe Sollers)

La scène se passe en Roumanie dans les années 1930 du XXe siècle, c'est-à-dire nulle part. Il y a là un fils de pope particulièrement brillant et agité : Cioran. Il souffre, il déteste son pays, il suffoque, il n en peut plus, il rêve d'un grand chambardement révolutionnaire, il est mordu de métaphysique mais… Continue lendo “Noir Cioran” (Phillippe Sollers)