“Fondane e Cioran: dois escritores perante a «revolução»” – Giovanni ROTIROTI

Nos acessos de desespero, o único recurso salutar é o apelo a um desespero ainda maior. Quando nenhuma consolação razoável é eficaz, é preciso agarrar-se a uma vertigem que rivaliza com a sua, que chega até a superá-la. A superioridade que a negação tem sobre qualquer forma de fé explode nos momentos em que o… Continue lendo “Fondane e Cioran: dois escritores perante a «revolução»” – Giovanni ROTIROTI

“Quousque eadem?” – CIORAN

A expressão latina, na forma de interrogação, remonta a Sêneca, em sua carta XXIV a Lucílio: "Quosdam subit eadem faciendi videndique satietas et vitae non odium sed fastidium, in quod prolamibur ipsa inpellente philosophia, dum dicimus: 'Quousque eadem? Nempe expergiscar dormiam, esuriam fastidiam, algebo aestuabo'" [Os outros também são movidos por uma saciedade de fazer… Continue lendo “Quousque eadem?” – CIORAN

“As relações entre ciência e poesia na obra do poeta romeno Ion Barbu. Matemática como jogo” – Virginia POPOVIĆ

ALEA, Rio de Janeiro, vol. 16/1, jan-jun 2014, p. 169-178. Resumo: Este artigo analisa as influências do jogo e dos símbolos matemáticos na obra do poeta moderno Ion Barbu, as relações entre ciência e arte em sua poesia, além de propor uma leitura da teoria dos jogos como arte poética. A obra de Barbu é… Continue lendo “As relações entre ciência e poesia na obra do poeta romeno Ion Barbu. Matemática como jogo” – Virginia POPOVIĆ

“Duas doses de Cioran” – Marco LUCCHESI

O Globo, Caderno Prosa & Verso, 16 de abril de 2011 Breviário de decomposição e História e utopia, de E. M. Cioran. Tradução de José Thomaz Brum. Editora Rocco, 224 páginas e 128 páginas. Preço a definir. Uma noite fria no Café Kapsa em Bucareste. O escritor Marin Mincu desenha suas ideias para o centenário de… Continue lendo “Duas doses de Cioran” – Marco LUCCHESI