“Mihail Sebastian’s Journal: The Fascist Years (1935-1944)” – Radu IOANID

On 29 May 1945, as he rushed to cross a street in downtown Bucharest, thirty-eight-year-old Mihail Sebastian, a press officer at the Romanian Ministry of Foreign Affairs, was hit and killed by a truck. As it happened, Sebastian was late to an appointment at Dalles Hall where he was to teach a class about Honoré… Continue lendo “Mihail Sebastian’s Journal: The Fascist Years (1935-1944)” – Radu IOANID

“Between Evola and Dugin: Traditionalism in a Romanian Iron Guard Manifesto” – Jason ROBERTS

Nae Ionescu (1890-1940), a Philosophy professor at the University of Bucharest in the inter-war period, and the mastermind of the Iron Guard who co-opted Cioran's young generation of intellectuals (tânăra generaţie of 1927) into the Legionary movement (Ionescu only adhered to the Iron Guard due to a grudge with the king); Julius Evola (1898-1974), an… Continue lendo “Between Evola and Dugin: Traditionalism in a Romanian Iron Guard Manifesto” – Jason ROBERTS

O gosto das Ilusões e o gosto da Décadence: Cioran e a lucidez da decepção – Rodrigo MENEZES

Segundo Giovanni Rotiroti, a desilusão de Cioran em relação às suas crenças e esperanças utópicas de outrora começam a despontar antes mesmo do Breviário, em De la France, escrito ainda em romeno (Despre Franţa), na Paris de início da década de 1940, ocupada pelas forças alemãs. Muitas ideias do Précis de décomposition encontram-se enunciadas em… Continue lendo O gosto das Ilusões e o gosto da Décadence: Cioran e a lucidez da decepção – Rodrigo MENEZES

E.M. Cioran, Jonathan Swift e o “grotesco cor-de-rosa”: entrevista com Paolo Vanini 🇮🇹

Paolo Vanini é professor adjunto de história da filosofia na Universidade de Trento, onde também integra um projeto de pesquisa dedicado a Cioran. Atualmente se ocupa da relação entre utopia, ceticismo e humorismo entre o Renascimento e o século XX. Tem publicado artigos sobre autores como Thomas Morus, Erasmo de Rotterdam, Jonathan Swift, Pirandello e… Continue lendo E.M. Cioran, Jonathan Swift e o “grotesco cor-de-rosa”: entrevista com Paolo Vanini 🇮🇹

Biografia de Cioran comentada e ilustrada: os anos romenos (1911-1937) | Live temática no YT

Começa-se normalmente pelo "segundo nascimento de Cioran", conforme se refere Patrice Bollon ao marco divisor da obra, o Breviário de decomposição, o premiado livro de estreia do autor romeno em língua francesa, desconhecendo em maior ou menor medida a biografia pregressa do pensador transilvano, muitas vezes ignorando que, antes de adotar o francês como língua… Continue lendo Biografia de Cioran comentada e ilustrada: os anos romenos (1911-1937) | Live temática no YT

“Cioran golpea al lector en la cabeza, igual que lo hace un poeta grande”: Ciprian Vălcan entrevista a Marta Petreu

Reflexiones Marginales, México, nr. 60 (dossier Cioran), 27 noviembre 2020 Resumen: En una primera lectura, Cioran me pareció histérico e inauténtico. La primera impresión fue poderosa y pésima, me impresionó por su pésimo gusto que se abría paso en las páginas, a veces de manera más intensa que su amado, y el mío también, Dostoievski.… Continue lendo “Cioran golpea al lector en la cabeza, igual que lo hace un poeta grande”: Ciprian Vălcan entrevista a Marta Petreu

“Breviário de Decomposição: livro perigoso e essencial” – Rodrigo MENEZES

Por que reunir-se em torno do Précis de décomposition – e celebrá-lo? Alguns diriam que não há nada aí a ser celebrado, muito pelo contrário. Cioran: pró e contra… Qual a importância do Breviário de decomposição, conforme o temos, desde 1989, primorosamente traduzido ao português pelo professor José Thomaz Brum? Qual sua importância hoje, para […]… Continue lendo “Breviário de Decomposição: livro perigoso e essencial” – Rodrigo MENEZES

Intervista con Vincenzo Fiore: su filosofia auto-sperimentale, anti-fanatismo e «l’infernale sincerità» di Cioran

Orizzonti Culturali Italo-Romeni, nr. 9, anno IX, settembre 2019 «In un’epoca dove il fanatismo sembra essere tornato alla ribalta a livello mondiale, il pensatore romeno è un antidoto che ci rende immuni». (Vincenzo Fiore) A partire da questa premessa, pubblichiamo un’intervista con Vincenzo Fiore che affronta la filosofia auto-sperimentale, l'anti-fanatismo e «l’infernale sincerità» di Cioran. Vincenzo… Continue lendo Intervista con Vincenzo Fiore: su filosofia auto-sperimentale, anti-fanatismo e «l’infernale sincerità» di Cioran

“Cioran, a filosofia como desfascinação e a escrita como terapia”: entrevista com Vincenzo Fiore

"Numa época em que o fanatismo parece voltar à ribalta a nível mundial, o pensador romeno é um antídoto que imuniza."Vincenzo Fiore FIORE, Vincenzo. Emil Cioran. La filosofia come de-fascinazione e la scrittura come terapia. Piazza Armerina (En): Nulla Die, 2018, 187 pp. Sobre o autor: Nascido em 1993 em Solofra, Italia, Vincenzo Fiore se… Continue lendo “Cioran, a filosofia como desfascinação e a escrita como terapia”: entrevista com Vincenzo Fiore

“O Teísmo como Solução do Problema Cosmológico: sobre uma monografia acadêmica sem data” – Rodrigo MENEZES

O texto acadêmico “Teismul ca soluţie a problemei cosmologice” [O teísmo como solução do problema cosmológico] é um ensaio de teodiceia, uma reflexão filosófica sobre o tema do Mal (tendo como subtítulo “dissertação sobre o neo-espiritualismo de Bergson”). Os artigos jornalísticos e acadêmicos escritos nos 1930, como os que se encontram reunidos em Solitude et… Continue lendo “O Teísmo como Solução do Problema Cosmológico: sobre uma monografia acadêmica sem data” – Rodrigo MENEZES