“A História é des-evangélica” – Peter SLOTERDIJK

Devemos lembrar que o historicismo europeu começou como um empreendimento otimista de apropriação de todo o passado da humanidade como sendo a nossa pré-história. O otimismo heróico da apropriação histórica total está principalmente ligado às obras de Hegel e Marx. Hegel tentou reivindicar o passado total de todos os seres humanos pensantes como a propriedade… Continue lendo “A História é des-evangélica” – Peter SLOTERDIJK

« La politique ne m’intéresse guère »: entretien avec Clément Rosset

Alexandre Lacroix : « Les philosophes n’ont fait qu’interpréter le monde de différentes manières, ce qui importe, c’est de le transformer. » Que pensez-vous de cette célèbre formule de Karl Marx et Friedrich Engels ? Clément Rosset : Je dirais que ses deux parties sont fausses. Pour nombre de penseurs, l’enjeu de la philosophie n’est pas de changer le monde,… Continue lendo « La politique ne m’intéresse guère »: entretien avec Clément Rosset

Liberdade, Enfermidade, Utopia (E.M. Cioran)

A LIBERDADE, eu dizia, exige o vazio para manifestar-se; o exige e sucumbe a ele. A condição que a determina é a mesma que a anula. Ela carece de bases: quanto mais completa for, mais vacilará, pois tudo a ameaça, até o princípio do qual emana. O homem é tão pouco feito para suportar a… Continue lendo Liberdade, Enfermidade, Utopia (E.M. Cioran)

“Em que acreditam os ateus?” (Juan Arnau Navarro)

EL PAÍS, 27/04/2019 As pesquisas revelam que a religião perde influência, mas isso não significa o fim do monoteísmo A frase “Sou ateu, graças a Deus” é atribuída a Buñuel e tem as duas qualidades que Sócrates reivindicava para a filosofia: ironia e maiêutica. A primeira é evidente, faz rir; a segunda joga luz sobre uma… Continue lendo “Em que acreditam os ateus?” (Juan Arnau Navarro)

“As ambiguidades da experiência moderna” (Franklin Leopoldo e Silva)

https://www.youtube.com/watch?v=I2wMQft9I9I A partir da visão hegeliana de modernidade , o professor discute a como é possível pensar a arte e a poesia num mundo sem ideal. Neste cenário, a pergunta que parece se impor é: Como pensar a arte depois de Hegel?

“Jean Baudrillard, sofista pós-moderno” (Francisco Rüdiger)

Correio do Povo, 4 de março de 2017 Professor fala da trajetória do pensador francês e da sua inclassificabilidade pela área do pensar Sabe-se que a partir da era burguesa, século 18, tentou-se com a formação cultural e as virtudes civis preencher a função que a religião perdera como meio de regramento das relações humanas… Continue lendo “Jean Baudrillard, sofista pós-moderno” (Francisco Rüdiger)

“Crítica de um certo uso das filosofias de Nietzsche, Marx e Freud” (Clément Rosset)

Numa obra que, de certo modo, anunciava na França o verdadeiro início dos estudos nietzscheanos, Georges Bataille desenvolve o tema seguinte: Nietzsche teria sido o primeiro filósofo a fundar uma filosofia sobre o "não-sentido", ou o acaso, libertando sua representação do mundo de todo pensamento racionalizante, finalista ou teológico. A este primeiro erro histórico (tais… Continue lendo “Crítica de um certo uso das filosofias de Nietzsche, Marx e Freud” (Clément Rosset)

Sobre uma civilização aplastada (E.M. Cioran)

A liberdade, eu dizia, exige o vazio para manifestar-se; o exige e sucumbe a ele. A condição que a determina é a mesma que a anula. Ela carece de bases: quanto mais completa for, mais vacilará, pois tudo a ameaça, até o princípio do qual emana. O homem é tão pouco feito para suportar a… Continue lendo Sobre uma civilização aplastada (E.M. Cioran)

“El comunismo: utopía, mito, imaginario en la obra historiográfica de Lucian Boia” (Miguel Ángel Gómez Mendoza)

Diacronie. Studi di Storia Contemporanea, no. 35, 3/2018 El éxito de la “mitología” comunista, éxito relativo, pero innegable – incluso estupefacto, si lo relacionamos con su precario soporte material –, no puede ser entendido sino en un sentido de larga duración de la historia y en primer lugar desde la perspectiva del mito y del… Continue lendo “El comunismo: utopía, mito, imaginario en la obra historiográfica de Lucian Boia” (Miguel Ángel Gómez Mendoza)

Filosofia trágica como crítica das ideologias (Clément Rosset)

Que se entende, realmente, por pensar? Que é passar do "impensado" ao pensamento? A essa questão uma única resposta: passar ao pensamento é falar, escrever, formular. Um exemplo característico dessa passagem é a redação de uma obra filosófica. Dir-se-á que antes de ser formulada a obra filosófica -- a Ética de Spinoza -- era "impensada"?… Continue lendo Filosofia trágica como crítica das ideologias (Clément Rosset)