Burnout: The truth about overwork and what we can do about it | DW Documentary

Why do we work, and why are we working more than ever? Overwork is damaging our lives and the planet. This film takes a look at the past and also asks how we can change the future of work. Why do we feel pressure to be busy, and where did this pressure come from? Some… Continue lendo Burnout: The truth about overwork and what we can do about it | DW Documentary

“Ensaio sobre o pensamento reacionário”: De Maistre e a ateodicéia gnóstica de Cioran

O problema do mal só perturba realmente alguns delicados, alguns céticos, revoltados pela maneira como o crente se conforma com ele ou o escamoteia. É para esses então que, em primeiro lugar, se dirigem as teodiceias, tentativas de humanizar Deus, acrobacias desesperadas que fracassam e se comprometem no seu próprio terreno, desmentidas a cada instante… Continue lendo “Ensaio sobre o pensamento reacionário”: De Maistre e a ateodicéia gnóstica de Cioran

“Living without belief or unbelief” – John GRAY

The God of monotheism did not die, it only left the scene for a while in order to reappear as humanity – the human species dressed up as a collective agent, pursuing its self-realization in history. But, like the God of monotheism, humanity is a work of the imagination. The only observable reality is the… Continue lendo “Living without belief or unbelief” – John GRAY

“Viver sem crença nem descrença” – John GRAY

O Deus do monoteísmo não morreu, apenas saiu de cena por algum tempo para reaparecer como humanidade — a espécie humana caracterizada como agente coletivo em busca da autorrealização na história. Entretanto, assim como o Deus do monoteísmo, a humanidade é obra da imaginação. A única realidade suscetível de ser observada é o animal humano… Continue lendo “Viver sem crença nem descrença” – John GRAY

“Progress, the moth-eaten musical brocade” – John GRAY

A great American poet, John Ashbery, wrote that tomorrow is easy, but today is uncharted. He put his finger on our real weakness. It is not our ignorance of the future which is incurable. It is our failure to understand the present. Our view of the present time is overlaid with after-images from the recent… Continue lendo “Progress, the moth-eaten musical brocade” – John GRAY

“A História é des-evangélica” – Peter SLOTERDIJK

Devemos lembrar que o historicismo europeu começou como um empreendimento otimista de apropriação de todo o passado da humanidade como sendo a nossa pré-história. O otimismo heróico da apropriação histórica total está principalmente ligado às obras de Hegel e Marx. Hegel tentou reivindicar o passado total de todos os seres humanos pensantes como a propriedade… Continue lendo “A História é des-evangélica” – Peter SLOTERDIJK

« La politique ne m’intéresse guère »: entretien avec Clément Rosset

Alexandre Lacroix : « Les philosophes n’ont fait qu’interpréter le monde de différentes manières, ce qui importe, c’est de le transformer. » Que pensez-vous de cette célèbre formule de Karl Marx et Friedrich Engels ? Clément Rosset : Je dirais que ses deux parties sont fausses. Pour nombre de penseurs, l’enjeu de la philosophie n’est pas de changer le monde,… Continue lendo « La politique ne m’intéresse guère »: entretien avec Clément Rosset

Liberdade, Enfermidade, Utopia (E.M. Cioran)

A LIBERDADE, eu dizia, exige o vazio para manifestar-se; o exige e sucumbe a ele. A condição que a determina é a mesma que a anula. Ela carece de bases: quanto mais completa for, mais vacilará, pois tudo a ameaça, até o princípio do qual emana. O homem é tão pouco feito para suportar a… Continue lendo Liberdade, Enfermidade, Utopia (E.M. Cioran)

“Em que acreditam os ateus?” – Juan Arnau NAVARRO

Gray é um ateu encantado por viver num mundo sem deuses ou com um deus inominável. Mas se declara inimigo do ateu militante que, embora negue sê-lo, é o pior crente de todos, tedioso e pouco inspirador (o nada não precisa de propaganda), e resgata ateus como Santayana, que amava a religião, ou como Schopenhauer,… Continue lendo “Em que acreditam os ateus?” – Juan Arnau NAVARRO

“As ambiguidades da experiência moderna” – Franklin LEOPOLDO E SILVA

https://www.youtube.com/watch?v=I2wMQft9I9I A partir da visão hegeliana de modernidade, o professor discute como é possível pensar a arte e a poesia num mundo sem ideal. Neste cenário, a pergunta que parece se impor é: Como pensar a arte depois de Hegel?