“Em nome do medo” – MOONSPELL 🎶

"Em nome do medo" é uma canção da banda portuguesa de heavy metal Moonspell que tem como tema o notório terremoto de Lisboa. Apesar de Moonspell ter um álbum intitulado 1755 (ano do fatídico terremoto), esta faixa pertence a outro álbum da banda: Alpha Noir (2012). O terremoto provocou dois tipos de reação opostas na sociedade… Continue lendo “Em nome do medo” – MOONSPELL 🎶

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“Há quem tenha medo que o medo acabe” – Mia COUTO

https://www.youtube.com/watch?v=5xtgUxggt_4 O medo foi um dos meus primeiros mestres. Antes de ganhar confiança em celestiais criaturas aprendi a temer monstros, fantasmas e demónios. Os anjos, quando chegaram, já era para me guardarem. Os anjos atuavam como uma espécie de agentes de segurança privada das almas. Nem sempre os que me protegiam sabiam da diferença entre… Continue lendo “Há quem tenha medo que o medo acabe” – Mia COUTO

“Angústia absoluta, sujeito absoluto” (Emil Cioran)

Medo de tudo; medo de tudo o que existe e de tudo o que não existe! Conheceis a angústia sem motivo, a angústia que se engendra no ser sem motivo, sem justificação, a angústia de viver como tal, quando as coisas se tornam ocasião de estarrecimento e calafrio? E esse calafrio desfigura as coisas, assim… Continue lendo “Angústia absoluta, sujeito absoluto” (Emil Cioran)

“Os malefícios da coragem e do medo” – CIORAN

Ter medo é pensar continuamente em si mesmo e não poder imaginar um curso objetivo das coisas. A sensação do terrível, a sensação de que tudo acontece contra nós, supõe um mundo concebido sem perigos indiferentes. O medroso – vítima de uma subjetividade exagerada – julga-se, muito mais do que o resto dos humanos, o… Continue lendo “Os malefícios da coragem e do medo” – CIORAN

“Todos tiemblan: De Emil Cioran para los historiadores” (Carlos Alfredo Marín)

El Nacional, Caracas, 24 de marzo de 2017 1 En el comienzo de las cosas está el miedo. Emil Cioran (1911-1995) goza en demostrarlo. Su investigación rebusca en la ontología de la muerte. Late en sus aforismos la risa burlona. En el fondo, él se aparta de los mortales. Somos nosotros los señalados, los cobardes. Él… Continue lendo “Todos tiemblan: De Emil Cioran para los historiadores” (Carlos Alfredo Marín)