“O Marquês de Sade e a sombria divindade da Natureza” – John GRAY

"Arrogante, colérico, irascível, em tudo radical, com uma imaginação dissoluta como nunca se viu, ateu até o fanatismo, em suma este sou eu, e que me aceitem como sou, pois não mudarei."' Essa autodescrição fornece um perfil admiravelmente preciso do marquês de Sade. Eternamente associado à crueldade — a expressão "sadismo" foi cunhada no fim… Continue lendo “O Marquês de Sade e a sombria divindade da Natureza” – John GRAY

“O que a religião não é” – John GRAY

A ideia de que a religião é uma questão de crença é uma concepção estreita. Em que Homero "acreditava"? Ou os autores do Mahabharata? O conjunto de tradições a que os estudos ocidentais se referem como "hinduísmo" não apresenta qualquer credo predeterminado, como tampouco a mistura de religião popular e misticismo a que os mesmos… Continue lendo “O que a religião não é” – John GRAY

“William Empson: Dios como comandante de un campo de concentración” – John GRAY

«Si algo importante tenía la sensación de haber aprendido tras haber tratado de considerar la ética desde sus términos más fundamentales, es que aquello a lo que los cristianos rinden culto, con tan incesante publicidad de la tortura, es literalmente el diablo». A esa conclusión llegaba William Empson en el capítulo que dedicó al cristianismo… Continue lendo “William Empson: Dios como comandante de un campo de concentración” – John GRAY