“Cioran e o Romantismo: espírito, pensamento, expressão” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

RESUMO: Trata-se de um exercício hermenêutico em torno da obra e do pensamento de Emil Cioran (1911-1995), no sentido de focalizar o romantismo latente ou manifesto deste pensador romeno consagrado por seus livros franceses: sua herança romântica, o fundus animæ romântico do seu pensamento existencial. Cioran, pensador – e artista – romântico: o que isso… Continue lendo “Cioran e o Romantismo: espírito, pensamento, expressão” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Cioran, entre filosofia e poesia: ambivalência, hibridismo, temeridade” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

"Já que tudo o que se concebeu e empreendeu dede Adão é ou suspeito ou perigoso ou inútil, que fazer? Dessolidarizar-se da espécie? Seria esquecer que nunca se é homem tanto como quando se lamenta sê-lo." (La chute dans le temps) O "pecado original" de Cioran é ser demasiado filósofo, pensador. Corrijo-me: é não ser… Continue lendo “Cioran, entre filosofia e poesia: ambivalência, hibridismo, temeridade” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Madrigal triste” – Ch. BAUDELAIRE

I Que m'importe que tu sois sage?Sois belle! Et sois triste! Les pleursAjoutent un charme au visage,Comme le fleuve au paysage;L'orage rajeunit les fleurs. Je t'aime surtout quand la joieS'enfuit de ton front terrassé;Quand ton coeur dans l'horreur se noie;Quand sur ton présent se déploieLe nuage affreux du passé. Je t'aime quand ton grand oeil… Continue lendo “Madrigal triste” – Ch. BAUDELAIRE

“Uma nova Idade Média” (Nikolai Berdiaev)

A DIVISÃO CLÁSSICA da história em antiga, medieval e moderna cairá breve em desuso; será excluída de nossos livros de estudos. A história contemporânea chega ao termo, e se inicia uma era desconhecida, à qual será preciso dar um nome. Saímos, na verdade, do quadro da história. É um fato, este, de que tivemos a… Continue lendo “Uma nova Idade Média” (Nikolai Berdiaev)

“Emile Cioran. El exceso, la herejía y el error” (Ana Rodríguez de la Robla)

EL DIARIO MONTAÑÉS, España, 8 de abril 2011 Francia siempre ha sido tierra hospitalaria para rumanos atormentados. A cambio de su desdicha, de su rabia, de sus ideas -a veces consumaciones- suicidas, les otorga una lengua o un hogar que siempre es como una traducción, como un subtítulo que difundiera sarcasmos que de otro modo… Continue lendo “Emile Cioran. El exceso, la herejía y el error” (Ana Rodríguez de la Robla)

“Nós, os trogloditas” (E.M. Cioran)

OS VALORES não se acumulam: uma geração só produz algo novo pisoteando o que havia de único na geração precedente. Isto é ainda mais verdadeiro para a sucessão das épocas: o Renascimento não pôde “salvar” a profundidade, as quimeras, a espécie de selvageria da Idade Média; o Século das Luzes, por sua vez, só guardou… Continue lendo “Nós, os trogloditas” (E.M. Cioran)

“O cenário do saber” (E.M. Cioran)

NOSSAS VERDADES não valem mais que as de nossos antepassados. Depois de haver substituído seus mitos e seus símbolos por conceitos, nos julgamos mais “avançados”; mas esses mitos e esses símbolos não exprimem menos que nossos conceitos. A Árvore da Vida, a Serpente, Eva e o Paraíso significam tanto como: Vida, Conhecimento, Tentação, Inconsciente. As… Continue lendo “O cenário do saber” (E.M. Cioran)

“Modernidade poética em Baudelaire” (Franklin Leopoldo e Silva)

UNIVESP TV, 29 de março de 2012. Nesta vídeo-aula, o prof. Franklin Leopoldo e Silva coloca em pauta os temas do heroísmo e da singularidade como proposta baudelairiana de inserção poética na modernidade. Como fazer-se poeta? Ademais, como fazer-se poeta moderno? São as questões essenciais que animam a criação baudelairiana, de acordo com Franklin. Segundo… Continue lendo “Modernidade poética em Baudelaire” (Franklin Leopoldo e Silva)

Les modernes et la négativité

Par Daniele Carluccio, publié dans Fabula - Recherche en littérature Modernités, n° 33, 2012 : « Nihilismes ? », sous la direction de Éric Benoit et Dominique Rabaté, EAN 9782867817663. Mot(s)-clé(s): Modernité - Littérature - Nihilisme - Néant Explorer la littérature moderne revient à se confronter, inévitablement, à la négativité qui lui est inhérente. La revue Modernités,… Continue lendo Les modernes et la négativité