“Estamos nos tornando uma teocracia”: entrevista com Harold BLOOM

Folha de S. Paulo, 24/09/2005 "Creio que sou religioso, mas de um modo herĂ©tico. Acho que em algum lugar, alĂ©m deste reino, alĂ©m do nosso cosmo, haja um sonho em exĂ­lio, um princĂ­pio divino, e acho que hĂĄ um fragmento disso em cada ser humano, mas este se acha enterrado tĂŁo fundo, tĂŁo oculto no… Continue lendo “Estamos nos tornando uma teocracia”: entrevista com Harold BLOOM

“O princĂ­pio de incerteza” – ClĂ©ment ROSSET

“A necessidade de uma fĂ© forte nĂŁo Ă© prova de fĂ© forte, Ă©, isso sim, o contrĂĄrio. Se alguĂ©m tem essa fĂ©, pode permitir-se o luxo do ceticismo.”Nietzsche, O CrepĂșsculo dos Ă­dolos Montaigne sugere, em uma passagem da Apologia de Raimond Sebond, uma definição da verdade filosĂłfica tĂŁo desconcertante quanto pertinente: “Duvido que Epicuro, PlatĂŁo… Continue lendo “O princĂ­pio de incerteza” – ClĂ©ment ROSSET

“La llamada desgarradora del animal: entre Montaigne y Cioran” – Gustavo ROMERO

Revista Latinoamericana de Estudios Criticos Animales, ILECA (Instituto Latinoamericano de Estudios Criticos Animales), Buenos Aires, 2020 [PDF] Resumen: En este artĂ­culo nos proponemos considerar al escepticismo como un “ejercicio de desfascinaciĂłn” y su importancia para una filosofĂ­a de la animalidad. Esta concepciĂłn de escepticismo se constituye como crĂ­tica de todo humanismo, es decir, como crĂ­tica… Continue lendo “La llamada desgarradora del animal: entre Montaigne y Cioran” – Gustavo ROMERO

“El fracaso en la filosofĂ­a” (Costica Bradatan)

Revista de FilosofĂ­a de la Universidad de Costa Rica, LIX (155), 203-209, Setiembre-Diciembre 2020  Se dice que DiĂłgenes el cĂ­nico (412 AC-323AC) tuvo que dejar su natal SĂ­nope pues se vio involucrado en un escĂĄndalo por falsificaciĂłn de la moneda local. Sin embargo, logrĂł salvarse dejando su pasado de falsificador para dedicar sea una carrera… Continue lendo “El fracaso en la filosofĂ­a” (Costica Bradatan)

“La vie en prose”: a prosa como gĂȘnero ideal para uma comunhĂŁo de almas dilaceradas

Au lecteur, C'est ici un livre de bonne foi, lecteur. Il t'avertit, dĂ©s l'entrĂ©e, que je ne m'y suis proposĂ© aucune fin, que domestique et privĂ©e. Je n'y ai eu nulle considĂ©ration de ton service, ni de ma gloire. Mes forces ne sont pas capables d'un tel dessein. Je l'ai vouĂ© Ă  la commoditĂ© particuliĂšre… Continue lendo “La vie en prose”: a prosa como gĂȘnero ideal para uma comunhĂŁo de almas dilaceradas

“Working Notes of a Practising Neo-Generalist (#16) — On Montaigne and how to remember the books you read” (Mark Storm)

MEDIUM, April 3, 2018 On the ceiling beams of the Tower where he wrote his famous Essais, Montaigne had sayings carved into the wood; Latin and Greek quotes from the classical authors to inspire him. One of these is from Pliny the Elder (Naturalis Historia, ii. 7): “Solum certum nihil esse certi et homine nihil miserius aut superbius”… Continue lendo “Working Notes of a Practising Neo-Generalist (#16) — On Montaigne and how to remember the books you read” (Mark Storm)

“O PrincĂ­pio de Crueldade” – ClĂ©ment ROSSET

IntĂ©rprete do pensamento trĂĄgico, ClĂ©ment Rosset defende a idĂ©ia de que toda realidade Ă© cruel. Essa â€œĂ©tica da crueldade” se baseia em dois princĂ­pios que sĂŁo o objeto principal deste livro. O primeiro, o princĂ­pio de realidade suficiente: o real basta e dele nada escapa, posto que Ă© real. Cabe aos homens se contentar e… Continue lendo “O PrincĂ­pio de Crueldade” – ClĂ©ment ROSSET

CafĂ© FilĂłsofico: “A Morte Como Instante de Vida” – Scarlett MARTON

https://www.youtube.com/watch?v=JbXHftyakm4 Por que a morte Ă© sempre vista como uma espĂ©cie de escĂąndalo? Por que esse acontecimento banal provoca ao mesmo tempo horror e curiosidade? Os antigos diziam que a filosofia era uma longa meditação sobre a morte; os modernos quiseram afastĂĄ-la de suas preocupaçÔes; nĂłs, contemporĂąneos, procuramos bani-la de nosso mundo. Mas a morte… Continue lendo CafĂ© FilĂłsofico: “A Morte Como Instante de Vida” – Scarlett MARTON

“Nem Buda nem SatanĂĄs: Schopenhauer” (Guido Ceronetti)

O belo livrinho dos ColĂłquios de Schopenhauer, que a Rizzoli publicou nos seus breviĂĄrios do “Ramo d’oro” com a curadoria apaixonada de Anacleto Verrecchia, tem-me sido recentemente uma Ăłtima companhia de viagem; e com Arthur Schopenhauer, filĂłsofo que muito me ajudou, junto a Montaigne e Espinoza, a formar juĂ­zos livres, a viver e a nĂŁo… Continue lendo “Nem Buda nem SatanĂĄs: Schopenhauer” (Guido Ceronetti)

Dos males, o pior: a filosofia trågica de Clément Rosset

Nonfilozofie: ideile se sufocă de sentiment. [NĂŁo-filosofia: as ideias sufocam de sentimento.] (CIORAN, Amurgul gĂąndurilor) Conseguir pensar o pior - tal Ă© pois o alvo mais geral da filosofia terrorista, o cuidado comum a pensadores tĂŁo diferentes quanto os filĂłsofos citados mais acima. A tais pensadores, esta infecta tarefa apareceu nĂŁo somente como tarefa Ășnica,… Continue lendo Dos males, o pior: a filosofia trĂĄgica de ClĂ©ment Rosset