“No segredo dos moralistas” – E.M. CIORAN

Quando enchemos todo o universo de tristeza, só nos resta, para reavivar o espírito, a alegria, a rara, a fulgurante alegria; e é quando já não esperamos mais que sofremos a fascinação da esperança: a Vida, presente oferecido aos vivos pelos obcecados da morte… Como a direção de nossos pensamentos não é a de nossos… Continue lendo “No segredo dos moralistas” – E.M. CIORAN

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“Antologia do retrato: de Saint-Simon a Tocqueville (prefácio)” – CIORAN

Máxima e retrato Os místicos, em especial Mestre Eckhart, ao fazer a distinção entre o homem interior e o homem exterior, optavam necessariamente pelo primeiro; o segundo, o ser no tempo, mais precisamente na sociedade, pertencia de direito aos moralistas; é a ele que examinam, perscrutam e denunciam, sem se preocuparem se possui alguma dimensão… Continue lendo “Antologia do retrato: de Saint-Simon a Tocqueville (prefácio)” – CIORAN

“Cioran e a arte da provocação” (Pedro Maciel)

Digestivo Cultural, segunda-feira, 12/8/2002. Texto originalmente publicado no caderno "Idéias", Jornal do Brasil, 3 de março de 2001 O tédio alimenta o pessimismo. Segundo Cioran "o pessimista deve inventar para si mesmo, a cada dia, outras razões para existir: é uma vítima do sentido da vida". Entedia-se diante da vida aquele que busca revelar o tempo. "Entediar-se… Continue lendo “Cioran e a arte da provocação” (Pedro Maciel)

Cioran, por José Thomaz Brum

Do website da editora ROCCO Emil Cioran (1911-1995), nascido em Rasinari, uma aldeia da Transilvânia (Romênia), filho de um sacerdote ortodoxo, escreveu cinco livros em sua língua natal (o romeno). Entre eles Pe culmile desperãrii (Nos cumes do desespero) de 1934, seu primeiro ensaio, que recebeu o Prêmio dos Jovens Escritores Romenos. De sua obra… Continue lendo Cioran, por José Thomaz Brum

“O silêncio do dândi romeno” – Leda Tenório da MOTTA

Especial para a Folha de São Paulo, Caderno Mais!, 17 de fevereiro de 1995 Com pudor inusual e ironia perfeita, Emil Michel Cioran renuncia à literatura em 1987, no exato momento em que está saindo de um longo anonimato para alcançar o que a muitos só teria aconselhado a continuar: reconhecimento da crítica, prêmios, que invariavelmente… Continue lendo “O silêncio do dândi romeno” – Leda Tenório da MOTTA