“Kierkegaard antimoderno, ou para uma tipologia (alternativa) da posição sociopolítica kierkegaardiana” – Gabriel Guedes ROSSATTI

Cadernos de Filosofia Alemã, USP, v. 20, n. 1, 2015, pp. 163-178 Resumo: Kierkegaard, não obstante ser geralmente reconhecido como um dos mais importantes pensadores do século XIX, ainda hoje sofre de interpretações muitas vezes distorcidas, tanto é que seu pensamento sociopolítico, mais especificamente, parece padecer bastante nas mãos de seus intérpretes, os quais muitas… Continue lendo “Kierkegaard antimoderno, ou para uma tipologia (alternativa) da posição sociopolítica kierkegaardiana” – Gabriel Guedes ROSSATTI

“Nihilismo y naturaleza” – CIORAN

Empecé a dudar de mi «futuro» al comprender que ya no podía vivir sin la naturaleza. Porque entre árboles y flores puedes batallar contra Dios, mas difícilmente podría interesarte ya un solo hombre. No es que la naturaleza sea la fuente de la misantropía, pero ella ahonda en nosotros ese asco por los hombres que… Continue lendo “Nihilismo y naturaleza” – CIORAN

“Emil Cioran y Albert Cossery, entre el dolor y la alegría de existir”: entrevista a Belén Nava VALDÉS | UAEMéx 🇲🇽

Belén Nava Valdés es licenciada en Filosofía y Antropología Social por la Universidad Autónoma del Estado México (UAEMéx). Es profesora de asignatura en el Instituto Politécnico Nacional (IPN). Candidata a Maestra en Ética Social en la Facultad de Humanidades por la UAEMÉX. Autora y colaboradora de diversos publicados en México y en el extranjero. Ponente… Continue lendo “Emil Cioran y Albert Cossery, entre el dolor y la alegría de existir”: entrevista a Belén Nava VALDÉS | UAEMéx 🇲🇽

“Moral como antinatureza” – NIETZSCHE

Todas as paixões têm um período em que são meramente funestas, em que levam para baixo suas vítimas com o peso da estupidez — e um período posterior, bem posterior, em que se casam com o espírito, se “espiritualizam”. Antes, devido à estupidez na paixão, fazia-se guerra à paixão mesma: conspirava-se para aniquilá-la — todos… Continue lendo “Moral como antinatureza” – NIETZSCHE

“Ne te quaesiveris extra: Bloom, Cioran e a autodependência” – Rodrigo Menezes

Apenas dura aquilo que foi concebido na solidão, diante de Deus, quer sejamos crentes quer não.CIORAN, Do inconveniente de ter nascido, p. 54. Crer em Deus nos dispensa de crer em qualquer outra coisa – o que é uma vantagem inestimável. Sempre invejei os que creem nele, ainda que crer-se Deus me pareça mais fácil do… Continue lendo “Ne te quaesiveris extra: Bloom, Cioran e a autodependência” – Rodrigo Menezes

“O voluptuoso, o insolúvel: Liliana Herrera e a paixão-Cioran” – Rodrigo Menezes

Hegel é meu exato oposto. Hegel é impensável para mim, por mais que eu reconheça sua importância. Mas isso é outra estória. Tenho um amigo na Romênia, um especialista no pensamento de Hegel [Constantin Noica], que não consegue ler minhas coisas, que não me leva a sério. Não obstante, muito embora tivesse uma mentalidade totalmente… Continue lendo “O voluptuoso, o insolúvel: Liliana Herrera e a paixão-Cioran” – Rodrigo Menezes

“No segredo dos moralistas” – E.M. CIORAN

Quando enchemos todo o universo de tristeza, só nos resta, para reavivar o espírito, a alegria, a rara, a fulgurante alegria; e é quando já não esperamos mais que sofremos a fascinação da esperança: a Vida, presente oferecido aos vivos pelos obcecados da morte… Como a direção de nossos pensamentos não é a de nossos… Continue lendo “No segredo dos moralistas” – E.M. CIORAN

Reflexões sobre a vaidade dos homens, ou discursos moraes sobre os effeitos da vaidade (Matias Aires)

Matias Aires Ramos da Silva de Eça (São Paulo, 27 de março de 1705 — Lisboa, 10 de dezembro de 1763) foi um filósofo e escritor luso-brasileiro. É patrono da cadeira 6 da Academia Brasileira de Letras. Irmão de Teresa Margarida da Silva e Orta, considerada a primeira mulher romancista em língua portuguesa. Escreveu obras… Continue lendo Reflexões sobre a vaidade dos homens, ou discursos moraes sobre os effeitos da vaidade (Matias Aires)

“A Metafísica da Negação” – Eduardo FRIEIRO

Correio da Manhã, ano LXM, no 21.244, 30 junho de 1962 Que é que me agrada em  E. M. Cioran, o escritor romeno de língua francesa, ido agora na sua pátria intelectual como um estilista sem par? Antes de nada, e sobretudo, a feição de seu espírito, que é, vincadamente, a de um “moralista”, bem… Continue lendo “A Metafísica da Negação” – Eduardo FRIEIRO

“Le cri de Job chez Cioran : dialectique du dépouillement” (Lauralie Chatelet)

La brièveté, Unité de recherche en littérature, discours et civilisation, Nov 2017, Sfax, Tunisie. Alors que les formes brèves des moralistes classiques sont synonymes d’une maîtrise parfaite tant du signifiant que du signifié, faire bref au XXe siècle fait écho à la perception par le monde littéraire d’un échec du langage, d’une incomplétude essentielle d’ailleurs… Continue lendo “Le cri de Job chez Cioran : dialectique du dépouillement” (Lauralie Chatelet)