Cioran: Pensador Cantor com uma Alma Perdidamente Musical

"Não se pode eludir a existência com explicações, só se pode suportá-la, amá-la ou odiá-la, adorá-la ou temê-la, nessa alternância de felicidade e de horror que exprime o ritmo mesmo do ser, suas oscilações, suas dissonâncias, suas veemências amargas ou alegres."Breviário de decomposição "Sem o imperialismo do conceito, a música teria substituído a filosofia: teria… Continue lendo Cioran: Pensador Cantor com uma Alma Perdidamente Musical

“Emoção e criação” – Henri BERGSON

É POR EXCESSO de intelectualismo que se suspende o sentimento por um objeto e que se conserva toda emoção para a repercussão, na sensibilidade, de uma representação intelectual. Voltando ao exemplo da música, é sabido que ela suscita em nós determinadas emoções: alegria, tristeza, piedade, simpatia, e que essas emoções podem ser intensas, e que… Continue lendo “Emoção e criação” – Henri BERGSON

“Cioran passando na alfândega do céu. Sainete em um ato” (Mircea Lăzărescu)

A ALMA DE CIORAN chega a uma das passagens de um mundo ao outro. A instância é completada e o guardião começa a ser o seu dossiê: — Durante toda sua vida, este senhor aqui presente sustentou ardentemente, em textos publicados em romeno e em francês, que: A vida é uma tortura insuportável, de onde… Continue lendo “Cioran passando na alfândega do céu. Sainete em um ato” (Mircea Lăzărescu)

A música de Bach (Emil Cioran)

A CHAVE DA MÚSICA DE BACH: o desejo de evadir-se do tempo. A humanidade não conheceu outro gênio que tenha apresentado com maior pathos o drama da queda no tempo e a nostalgia do paraíso perdido. As evoluções de sua música dão uma grandiosa sensação de ascensão em espiral até os céus. Com Bach nos… Continue lendo A música de Bach (Emil Cioran)

“Lágrimas e Santos, versão do diretor” – Rodrigo MENEZES

Para Joan M. Marín. Todo leitor de Cioran sabe que um dos seus livros romenos, após Nos cumes do desespero (1934) e O livro das ilusões (1936) (ambos traduzidos e publicados no Brasil), é Lacrimi şi Sfinţi [Lágrimas e Santos], cronologicamente o terceiro título no conjunto da obra (publicado na Romênia em 1937). O que não é… Continue lendo “Lágrimas e Santos, versão do diretor” – Rodrigo MENEZES

“Bach, Mozart and Beethoven’s music – philosophy lived in Cioran’s view” (Mădălina Dana Rucsanda)

Bulletin of the Transilvania University of Braşov, series VIII: Performing Arts • Vol. 8 (57) No. 2 - 2015 Abstract: Cioran is not a musicologist and not even an esthetic. His considerations and his preferences in music in some ways doubtful and even contradictory, are the resonance of the sound art, in a hungry soul… Continue lendo “Bach, Mozart and Beethoven’s music – philosophy lived in Cioran’s view” (Mădălina Dana Rucsanda)

Rádio: “Deus, Bach e Cioran”

“Se existe alguém que deve tudo a Bach, esse alguém é Deus”. Neste programa a leitura de Emil Cioran para as relações entre Bach e Deus. Por Manuel da Costa Pinto. Cultura FM » Programas » Entrelinhas, 17/08/2013 [+] Neste programa vamos falar do “Quinto Evangelista”. Não se trata de nenhum apóstolo de Jesus ou… Continue lendo Rádio: “Deus, Bach e Cioran”

“Música e ceticismo em Cioran” – José Thomaz BRUM

Revista de Arte, Rio de Janeiro, v. 1, n.2, 1995. "Oh, você também ama esta música? Então muitos pecados lhe serão perdoados!" — Nietzsche —"Conversação sobre a Música", Aurora, 255. Existe um pensador contemporâneo, de textos corrosivos e embebidos de um ceticismo exaltado, que vê na música a ocasião para uma temporária "clareira" em seus… Continue lendo “Música e ceticismo em Cioran” – José Thomaz BRUM

“O êxtase musical em E. M. Cioran” – Marco Vinicio Guimarães GIUSTI

Anais do 13º Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia, Sociedade Brasileira de História da Ciência, 2012 Cioran é um autor contemporâneo — nascido na Romênia, em 1911 e morto em Paris, em 1995 — ainda muito pouco lido academicamente. A sua obra traduz em grande parte o espírito do século XX, cheio… Continue lendo “O êxtase musical em E. M. Cioran” – Marco Vinicio Guimarães GIUSTI