“Crítica da servidão dogmática (e do misticismo)”: a Experiência Interior de BATAILLE

Entendo por experiência interior aquilo que habitualmente se nomeia experiência mística: os estados de êxtase, de arrebatamento ou ao menos de emoção meditada. Mas penso menos na experiência confessional, a que os místicos se ativeram até aqui, do que numa experiência nua, livre de amarras, e mesmo de origem, que a prendam a qualquer confissão… Continue lendo “Crítica da servidão dogmática (e do misticismo)”: a Experiência Interior de BATAILLE