“Emil Cioran e Albert Cossery, entre a dor e a alegria de existir”: entrevista com Belén Nava Valdés (UAEMéx)

Com Cioran descobri que havia uma outra forma de “fazer filosofia”. Mais do que ler um pensador, aproximo-me de Cioran numa tentativa, sempre interminável, de autocompreensão.Belén N. Valdés Belén Nava Valdés é formada em Filosofia e Antropologia Social pela Universidad Autónoma del Estado de México (UAEMéx). Leciona no Instituto Politécnico Nacional (IPN). É mestranda em… Continue lendo “Emil Cioran e Albert Cossery, entre a dor e a alegria de existir”: entrevista com Belén Nava Valdés (UAEMéx)

“Lazer e ócio” – NIETZSCHE

Há uma selvageria pele-vermelha, própria do sangue indígena, no modo como os americanos buscam o ouro: e a asfixiante pressa com que trabalham — o vício peculiar ao Novo Mundo — já contamina a velha Europa, tornando-a selvagem e sobre ela espalhando uma singular ausência de espírito. As pessoas já se envergonham do descanso; a… Continue lendo “Lazer e ócio” – NIETZSCHE

“Franco Volpi. Una interpretación de Nicolás Gómez Dávila” (Alfredo Abad)

Universitas Philosophica, 37(75), 151-173. Resumen: La recepción europea de Gómez Dávila comenzó a desplegarse de manera más amplia a partir de la lectura y difusión realizada por Franco Volpi. Este artículo alude a la manera como dicha lectura concretó las interpretaciones del colombiano, principalmente a la luz de una filosofía práctica y una perspectiva crítica. De… Continue lendo “Franco Volpi. Una interpretación de Nicolás Gómez Dávila” (Alfredo Abad)

“Disciplina da atonia” – CIORAN

COMO CERA sob o calor do sol, derreto-me durante o dia e solidifico-me à noite, alternância que me decompõe e me restitui a mim mesmo, metamorfose na inércia e na preguiça... Aqui devia acabar tudo o que li e soube, é este o termo de minhas vigílias? A preguiça embotou meus entusiasmos, enfraqueceu meus apetites,… Continue lendo “Disciplina da atonia” – CIORAN

“Virando as costas ao tempo” (E.M. Cioran)

Ontem, hoje, amanhã: categorias para uso de criados. Para o ocioso suntuosamente instalado no Desconsolo, e ao qual todo instante aflige, passado, presente e futuro são somente aparências variáveis do mesmo mal, idêntico em sua substância, inexorável em sua insinuação e monótono em sua persistência. E esse mal possui a mesma extensão do ser, é… Continue lendo “Virando as costas ao tempo” (E.M. Cioran)