“Octavio Paz ou a universalidade do pensamento” – Sigifredo Esquivel MARÍN

Há algum tempo havia um escrito nos muros de muitas cidades mexicanas que dizia: "Mais (José) Revueltas, menos (Octavio) Paz". A oposição entre Paz e Revueltas como intelectuais antagônicos é duvidosa e questionável, se considerarmos o mútuo reconhecimento entre os dois escritores e pensadores-chave das letras mexicanas do século 20. Segundo Paz, como atesta o… Continue lendo “Octavio Paz ou a universalidade do pensamento” – Sigifredo Esquivel MARÍN

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“O sublime e a alegoria” – Katia MURICY

Revista O Que Nos Faz Pensar (PUC-RIO), nº 21, maio de 2007 A oposição à modernidade se dá dentro da modernidade. Criticá-la é uma das funções do espírito moderno e mais ainda: é uma maneira de realizá-lo. O tempo moderno é o tempo da cisão e da negação de si mesmo, o tempo da crítica…Hoje… Continue lendo “O sublime e a alegoria” – Katia MURICY

“O Niilista do Século” – Rodrigo MENEZES

São muitas as análises, das superficiais às mais elaboradas, que inscrevem a obra de Cioran sob o signo do niilismo. Um dos capítulos do livro de Franco Volpi, O Niilismo, é dedicado a Cioran e Bataille conjuntamente.[1] Ioan P. Culianu, historiador das religiões romeno, segue a mesma linha interpretativa de Volpi, atribuindo a Cioran um… Continue lendo “O Niilista do Século” – Rodrigo MENEZES

Cioran no México, escritas marginais e outros temas: em diálogo com Sigifredo Esquivel Marín | UAZ 🇲🇽

Quando eu era adolescente, estimulava-me o pensamento provocador de Cioran, suas invectivas contra tudo e todos. Agora, me interessa muito mais o Cioran que está atento à complexidade, ambiguidade e estranheza da vida humana, que questiona e critica sem concessões, mas sobretudo o autor que tem piedade e compaixão por ter assumido até suas raízes… Continue lendo Cioran no México, escritas marginais e outros temas: em diálogo com Sigifredo Esquivel Marín | UAZ 🇲🇽

“Cinzelador de cenotáfios” – Octavio PAZ

Jornal ABC, México, 21 de junho de 1995 Conheci Cioran quando acabava de publicar seu primeiro livro, por volta de 1947. Foi em uma reunião no apartamento de um amigo em comum em que os únicos estrangeiros éramos ele, romeno, e eu, mexicano. Em poucos minutos começamos a conversar sobre a literatura espanhola, que ele conhecia… Continue lendo “Cinzelador de cenotáfios” – Octavio PAZ

“Cincelador de cenotafios” – Octavio PAZ

Revista Vuelta, México, nº 224, julio 1995 La muerte de Emil Cioran no me ha sorprendido: desde hacia más de un aflo estaba gravemente enfermo y su enfermedad era incurable. Pero la noticia me ha entristecido profundamente: la muerte, la esperada siempre, la puntual, es siempre inesperada. Conocí a Cioran cuando acababa de publicar su… Continue lendo “Cincelador de cenotafios” – Octavio PAZ

Cioran en México, escrituras marginales y otros temas: entrevista a Sigifredo Esquivel Marín | UAZ 🇲🇽

De adolescente me estimulaba el pensamiento provocador de Cioran, sus invectivas contra todo y contra todos. Ahora me interesa mucho más el Cioran que está atento a la complejidad, ambigüedad y extrañeza de la vida humana, que cuestiona y crítica sin concesiones, pero sobre todo el autor que tiene piedad y compasión por haber asumido… Continue lendo Cioran en México, escrituras marginales y otros temas: entrevista a Sigifredo Esquivel Marín | UAZ 🇲🇽

“Poesia, tempo e história na obra de Octavio Paz” – Ival de Assis CRIPA

Revista Metalinguagens, v. 1, n. 2 (2014) RESUMO: Segundo Roger Chartier, no final do século XX, a crise dos paradigmas da historiografia oficial e seu culto ao progresso abriram um espaço representativo para o estudo da literatura como fonte histórica. Tal atitude exigiu uma atenção maior dos historiadores sobre as relações entre história e narrativa.… Continue lendo “Poesia, tempo e história na obra de Octavio Paz” – Ival de Assis CRIPA

“Cioran: da Solidão” – Ana Maria HADDAD BAPTISTA

"Cioran é um dos poucos filósofos que consegue atravessar, com tranquilidade, o sentido mais profundo da vida. Para ele fama e ser conhecido, contrariamente à maioria do que pensam as pessoas, é uma verdadeira desgraça. Ele nunca esconde tais posições. [...] é atualíssimo e mais do que isso: uma leitura obrigatória para quem busca um… Continue lendo “Cioran: da Solidão” – Ana Maria HADDAD BAPTISTA

“Esther Seligson” – Elena PONIATOWSKA

La Jornada, Mexico, 14 de febrero de 2010 "Tienes que poder." "No puedo." "Claro que puedes" – la voz se hace aún más tajante. "Esther, el 7 de julio es el cumpleaños de mi hijo." Al oír la palabra "hijo", Esther cambia radicalmente. (A ella se le murió su hijo Adrián, que voló de este mundo.) "Ah, entonces… Continue lendo “Esther Seligson” – Elena PONIATOWSKA