“O Niilista do Século” – Rodrigo MENEZES

São muitas as análises, das superficiais às mais elaboradas, que inscrevem a obra de Cioran sob o signo do niilismo. Um dos capítulos do livro de Franco Volpi, O Niilismo, é dedicado a Cioran e Bataille conjuntamente.[1] Ioan P. Culianu, historiador das religiões romeno, segue a mesma linha interpretativa de Volpi, atribuindo a Cioran um… Continue lendo “O Niilista do Século” – Rodrigo MENEZES

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Influência como Dis-Astrum, Melancolia e “Inferno Astral”

Não há fim para a “influência”, palavra que Shakespeare usou em dois sentidos diferentes mas relacionados. Pouco antes da segunda entrada do Espectro, na primeira cena de Hamlet, o erudito Horatio evoca o mundo de Júlio César de Shakespeare, onde: Pouco antes de tombar o poderosíssimo Júlio,As tumbas estavam desabitadas e os cadáveres amortalhadosGuinchavam e… Continue lendo Influência como Dis-Astrum, Melancolia e “Inferno Astral”

“Indicios del odioamoramiento en la vida y obra de E. M. Cioran” (Aleyda Muñoz López)

Revista Desde el Jardín de Freud, Universidad Nacional de Colombia, nr. 19 (2019): 299-310, doi: 10.15446/djf.n19.76726 Indicios del odioamoramiento en la vida y obra de E. M. Cioran En términos de Freud, la acción conjugada, y también contrapuesta, de Eros y Tánatos nos permite entender los fenómenos de la vida. Por otro lado, Lacan precisa… Continue lendo “Indicios del odioamoramiento en la vida y obra de E. M. Cioran” (Aleyda Muñoz López)

“Vontade de Potência, uma fachada para a vida” (Emil Cioran)

PARA QUEM A VIDA é a realidade suprema, sem ser uma evidência, não seria “se podemos ou não amar a vida” a pergunta que mais pode atormentá-lo? Perturbadora e deliciosa incerteza, mas que requer uma resposta. É fascinante e amargo ao mesmo tempo não saber se se ama ou não a vida. Preferiríamos não ter… Continue lendo “Vontade de Potência, uma fachada para a vida” (Emil Cioran)