“Um humanista radical: Cioran ou a virtude do pessimismo” – Entrevista com Carlos Javier González SERRANO

"O pessimista não diz que temos que sofrer, mas que devemos estar preparados para isso. Nesse sentido, o pessimista é um revolucionário: não quer deixar o mundo como está, mas também não cria falsas expectativas. Ele nos situa no mundo como espectadores privilegiados e muito realistas." Carlos Javier González Serrano O que se denomina "pessimismo"… Continue lendo “Um humanista radical: Cioran ou a virtude do pessimismo” – Entrevista com Carlos Javier González SERRANO

O Anarquista e o Cristão – NIETZSCHE

Surpreende-se in flagranti a insalubridade dos meios cristãos, quando se compara o fim cristão com o fim do Código de Manu – quando se foca com luz forte a ingente contradição destes fins. O crítico do Cristianismo não pode poupar-se a torná-lo desprezível. Um código como o de Manu surge como todos os bons códigos:… Continue lendo O Anarquista e o Cristão – NIETZSCHE

“Rosset crítico de Bataille (e Cioran): sobre sabedoria erudita e popular” – Rodrigo MENEZES

"Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você."NIETZSCHE, Além do Bem e do Mal "Ao divinizar a história para desacreditar Deus, o marxismo só conseguiu tornar Deus mais estranho e mais obsedante. Pode-se sufocar tudo no homem,… Continue lendo “Rosset crítico de Bataille (e Cioran): sobre sabedoria erudita e popular” – Rodrigo MENEZES

“Como entender a existência do mal?” – Franklin LEOPOLDO E SILVA

https://www.youtube.com/watch?v=mn8Av9ZwJX8 Para ler: "A incompreensibilidade do mal", por Franklin Leopoldo e Silva (Revista Cult)

“Nem Buda nem Satanás: Schopenhauer” – Guido CERONETTI

O belo livrinho das Conversas de Schopenhauer, que a Rizzoli publicou nos seus breviários do “Ramo d’oro” com a curadoria apaixonada de Anacleto Verrecchia, tem-me sido recentemente uma ótima companhia de viagem; e com Arthur Schopenhauer, filósofo que muito me ajudou, junto a Montaigne e Espinoza, a formar juízos livres, a viver e a não… Continue lendo “Nem Buda nem Satanás: Schopenhauer” – Guido CERONETTI

Cahiers : 1957-1972

-- Le pessimisme, comme l'optimisme d'ailleurs, est un signe de déséquilibre mental. [O pessimismo, como ademais o otimismo, é um signo de desequilíbrio mental.] E.M. Cioran Março de 1964