“Angústia dialeticamente determinada no sentido de destino” – Søren Aabye KIERKEGAARD

Costuma-se geralmente dizer que o paganismo jaz no pecado, porém seria talvez mais justo afirmar que ele reside na angústia. De modo geral, o paganismo é sensualidade, porém uma sensualidade que possui certa relação com o espírito, sem que, contudo, o espírito no sentido mais profundo esteja posto como espírito. Mas essa possibilidade é justamente… Continue lendo “Angústia dialeticamente determinada no sentido de destino” – Søren Aabye KIERKEGAARD

“Cioran y el gnosticismo” (Leobardo Villegas Mariscal)

Reflexiones Marginales, México, nr. 60 (dossier Cioran), 27 noviembre 2020 El devenir es una infinitud de espinas. Los manantiales de la vida están llenos de inmundicias y los pozos del alma de aguas negras. ¿Cómo construirías allí un hospicio del cerebro? El espíritu y el tiempo hieden. Huérfano de la naturaleza y de ti mismo,… Continue lendo “Cioran y el gnosticismo” (Leobardo Villegas Mariscal)

Café Filósofico: “A Morte Como Instante de Vida” – Scarlett MARTON

https://www.youtube.com/watch?v=JbXHftyakm4 Por que a morte é sempre vista como uma espécie de escândalo? Por que esse acontecimento banal provoca ao mesmo tempo horror e curiosidade? Os antigos diziam que a filosofia era uma longa meditação sobre a morte; os modernos quiseram afastá-la de suas preocupações; nós, contemporâneos, procuramos bani-la de nosso mundo. Mas a morte… Continue lendo Café Filósofico: “A Morte Como Instante de Vida” – Scarlett MARTON

Um místico sem absoluto: “Cioran, l’hérétique”, de Patrice Bollon – Rodrigo Menezes

A biografia crítica de Patrice Bollon, Cioran, l’hérétique (1997) não acrescenta muita coisa, no que concerne ao tema da religião e da mística, em relação ao ensaio de Jaudeau (1990) – antes reitera o que já havia sido intuído e apontado pela antecessora (por exemplo, que se trata de um gnóstico sem deus e sem… Continue lendo Um místico sem absoluto: “Cioran, l’hérétique”, de Patrice Bollon – Rodrigo Menezes

“São Paulo” (E.M. Cioran)

Nunca o acusaremos o bastante por ter feito do cristianismo uma religião deselegante, por nele ter introduzido as tradições mais detestáveis do Antigo Testamento: a intolerância, a brutalidade, o provincianismo. Com que indiscrição interfere em coisas que não lhe dizem respeito, de que nada entende! As suas considerações sobre a virgindade, a abstinência e o… Continue lendo “São Paulo” (E.M. Cioran)