“Observações iniciais sobre a importância da Ortodoxia” – G. K. CHESTERTON

NADA INDICA, de modo mais inusitado, o enorme e silencioso mal da sociedade moderna do que o estranho uso que é feito, em nossos dias, da palavra “ortodoxo”. No passado, o herege se orgulhava de não ser herege. Os reinos do mundo, a polícia e os juízes é que eram hereges. Ele era ortodoxo. Não… Continue lendo “Observações iniciais sobre a importância da Ortodoxia” – G. K. CHESTERTON

“Emil Michel Cioran: El Drama de la Caída en el Tiempo (la nostalgia del paraíso perdido)” – José Luis Álvarez LOPEZTELLO

¿No habéis advertido una imagen de pureza en la mirada sin percepción, en la mirada que refleja y refracta, una imagen purificada de objetos? ¿No os habéis fijado nunca en la mirada de los patitos y habéis visto unos ojos donde el cielo es cielo, el agua agua y la hoja hoja? El cielo ha… Continue lendo “Emil Michel Cioran: El Drama de la Caída en el Tiempo (la nostalgia del paraíso perdido)” – José Luis Álvarez LOPEZTELLO

Heresia existencial e outros temas, a propósito de Cioran: Tertúlia com José Luis Álvarez LOPEZTELLO

Tem mais festa para o pessimista neste mês de abril, em que se celebra o natalício de 110 anos de Emil Cioran. No dia do seu nascimento, 8 de abril, recebemos, no canal YT do Portal E.M. Cioran Brasil, o prof. Leobardo Villegas, da Universidad Autónoma de Zacatecas (Mex), para uma live tertúlia sobre um… Continue lendo Heresia existencial e outros temas, a propósito de Cioran: Tertúlia com José Luis Álvarez LOPEZTELLO

“Visões de anjos” (Harold Bloom)

Os anjos são tudo, menos imagens efêmeras. A sequência histórica de religiões ocidentais -- zoroastrismo, judaísmo, cristianismo, Islã -- não soube contar a história de suas verdades sem intercessões angélicas, nem há grande tradição religiosa, oriental ou ocidental, que não dependa de anjos. A vida espiritual, expressa no culto ou na prece, na contemplação privada… Continue lendo “Visões de anjos” (Harold Bloom)

A música de Bach (Emil Cioran)

A CHAVE DA MÚSICA DE BACH: o desejo de evadir-se do tempo. A humanidade não conheceu outro gênio que tenha apresentado com maior pathos o drama da queda no tempo e a nostalgia do paraíso perdido. As evoluções de sua música dão uma grandiosa sensação de ascensão em espiral até os céus. Com Bach nos… Continue lendo A música de Bach (Emil Cioran)