“Giordano Bruno, parresiasta. Filósofo e poeta do universo infinito” – Esther Maria Magalhães ARANTES

Revista Mnemosine (UERJ), vol. 15, nº 1, p. 437-451 (2019) RESUMO: Mais do que uma singela mostra da vida e obra de Giordano Bruno - tomada de empréstimo a autores que se debruçaram sobre o pensamento deste grande filósofo da Renascença -, este texto visa apresentar Bruno como parresiasta, ou seja, aquele que, em consequência… Continue lendo “Giordano Bruno, parresiasta. Filósofo e poeta do universo infinito” – Esther Maria Magalhães ARANTES

Publicidade

O que Eduardo Marinho pensa sobre Bolsonaro? | Traficando Informação

Eduardo Marinho é artista plástico, pensador e escritor, ativista social e exemplar cidadão brasileiro. "Um para mim vale 10 mil, se for o melhor" (Heráclito). Daria 10 mil Olavos por 1 Eduardo Marinho... https://www.youtube.com/watch?v=G2s_mjq02rw&t=302s Na prática, qualquer um pode rivalizar com o diabo; na teoria não ocorre o mesmo. Cometer horrores e conceber o horror… Continue lendo O que Eduardo Marinho pensa sobre Bolsonaro? | Traficando Informação

“A coragem da verdade: a relevância da arte-de-viver de Diógenes, o ‘Cão’, segundo Michel Foucault, Emil Cioran e Luis Navia” (Eduardo Carli de Moraes)

A CASA DE VIDRO

Se viver é uma arte, Diógenes certamente merece ser reconhecido como um dos mais radicais experimentadores neste campo, o da estética da existência.

 

O lendário filósofo que morava em um tonel e confrontava todos os valores vigentes com atitudes excêntricas e bizarras tornou-se uma das figuras mais memoráveis da cultura grega no período posterior à execução de Sócrates. É o tataravô de todos os hippies, de todos os punks, de todos os anarquistas, de toda sorte de comportamentos e doutrinas contraculturais, que vão na contracorrente de seu tempo, expandindo os limites do que é possível realizar com nossas liberdades.

Conta-se que “a ideia de um tonel como residência ocorreu-lhe depois de observar caracóis carregando suas casas – as conchas – nas costas”, como lembra Navia em seu livro Diógenes – O Cínico (Ed. Odysseus, p. 49). Célebre por seu despojamento material que o tornava parecido com um mendigo seminu, que…

Ver o post original 6.621 mais palavras