E. M. Cioran o el cielo, la tierra y el abismo – Leobardo VILLEGAS

Reflexiones Marginales #67, 25 enero 2022 Resúmen: Este trabajo es una reflexión sobre el tiempo en el pensamiento de Emil Cioran. Su objetivo es mostrar cómo es que, para el filósofo rumano, antes y después del tiempo histórico, el cual se distingue por el cambio, hay dos tiempos que no devienen: uno positivo, paradisíaco, otro… Continue lendo E. M. Cioran o el cielo, la tierra y el abismo – Leobardo VILLEGAS

Los sufrimientos del mundo – SCHOPENHAUER

Si nos representamos, en la medida en que ello sea posible de forma aproximada, la suma de necesidades, dolores y sufrimientos que el Sol ilumina en su curso, admitiremos que sería mucho mejor que el fenómeno de la vida no se pudiera provocar en la Tierra más que en la Luna sino que, al igual… Continue lendo Los sufrimientos del mundo – SCHOPENHAUER

“A alma enferma” – William JAMES

Em nosso último encontro, consideramos o temperamento equilibrado, o temperamento que tem uma incapacidade constitucional para o sofrimento prolongado, e no qual a tendência para ver as coisas por um prisma otimista é como a água de cristalização em que se coloca o caráter do indivíduo. Vimos que esse temperamento pode tomar-se a base de… Continue lendo “A alma enferma” – William JAMES

Catecismo Positivista, Nuevo Ateísmo, Pecado Original – John GRAY

Comte expuso los dogmas del nuevo credo en el libro Catecismo positivista (1852). Diseñó unos atuendos especiales, con botones en la espalda para que nadie pudiera ponérselos sin la ayuda de otras personas, pues así se promovería el altruismo (palabra que Comte inventó). Y previó la figura de un Sumo Pontífice de la Humanidad, que… Continue lendo Catecismo Positivista, Nuevo Ateísmo, Pecado Original – John GRAY

Schopenhauer, el pecado original y el pelagianismo de los filósofos | Parerga y Paralipomena

Todo presunto proceder sin supuestos en la filosofía es una fanfarronada: pues siempre hay que tomar algo como dado para partir de ello. Esto es, en concreto, lo que significa el δόϛ μοι ποῦ στῶ1 que constituye la condición indispensable de toda actividad humana, también del filosofar; porque en lo intelectual no podemos flotar en… Continue lendo Schopenhauer, el pecado original y el pelagianismo de los filósofos | Parerga y Paralipomena

Purismo, Impurismo e a Antropologia Trágica no Livro das Ilusões – CIORAN

I will join with black despair against my soul, and to myself become an enemy.SHAKESPEARE, Richard III (epígrafe do Breviário de decomposição) O espírito não tem defesa contra os miasmas que o assaltam, pois surgem do lugar mais corrompido que existe entre a terra e o céu, do lugar onde a loucura jaz na ternura,… Continue lendo Purismo, Impurismo e a Antropologia Trágica no Livro das Ilusões – CIORAN

Cioran y los sentidos de la mística – Alfredo Abad | UTP 🇨🇴

En la obra de Cioran se acentúa el interés por la mística desde consideraciones que involucran un mismo objeto bajo dos ópticas distintas. En primer lugar, el rumano hace manifiesto un acercamiento a partir de una crisis religiosa propia en la que está comprendida entonces una manifestación directa e inmediata que se concretiza en las… Continue lendo Cioran y los sentidos de la mística – Alfredo Abad | UTP 🇨🇴

“Angústia dialeticamente determinada no sentido de destino” – Søren Aabye KIERKEGAARD

Costuma-se geralmente dizer que o paganismo jaz no pecado, porém seria talvez mais justo afirmar que ele reside na angústia. De modo geral, o paganismo é sensualidade, porém uma sensualidade que possui certa relação com o espírito, sem que, contudo, o espírito no sentido mais profundo esteja posto como espírito. Mas essa possibilidade é justamente… Continue lendo “Angústia dialeticamente determinada no sentido de destino” – Søren Aabye KIERKEGAARD

Cioran e o sonho ridículo de “recomeçar o Conhecimento”: uma questão de vida ou morte (e uma causa perdida de antemão)

Um livro de Cioran muito importante, parte integrante da sua produção francesa intermediária, é La chute dans le temps (1964). À diferença dos demais, talvez a maioria deles, pelos quais Cioran tornar-se-ia conhecido como um mestre do aforismo, do estilo aforismático (conciso, lapidar, epigramático), este é um livro de ensaios (essais), textos dissertativos (ou, melhor… Continue lendo Cioran e o sonho ridículo de “recomeçar o Conhecimento”: uma questão de vida ou morte (e uma causa perdida de antemão)

“A vida como in-eternidade, ou as revelações da dilaceração” (Emil Cioran)

Retumbam em ti as épocas geológicas? Se não, por que então falas do tempo? Foste o mar onde se derramaram os rios do tempo? Se não, por que se orgulhar da História? Reuniste todas as lágrimas que não secaram e as derramaste de novo para devolvê-las à terra e consolar os olhos e o coração?… Continue lendo “A vida como in-eternidade, ou as revelações da dilaceração” (Emil Cioran)