John Keats: documentary (2014)

John Keats (31 October 1795 – 23 February 1821) was an English poet of the second generation of Romantic poets, with Lord Byron and Percy Bysshe Shelley, although his poems had been in publication for less than four years when he died of tuberculosis at the age of 25. https://www.youtube.com/watch?v=xtsZ79kt4Iw They were indifferently received in… Continue lendo John Keats: documentary (2014)

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Documentary: The Romantics (2006)

Peter Ackroyd, writer, historian and presenter of The Romantics, explains how Romantic poetry brought about a revolution in ideas in the early 19th century that changed the face of the world today https://www.youtube.com/watch?v=PpL77C2RNVk This documentary looks at a group of visionary writers who changed the way we see the world - the Romantics - and… Continue lendo Documentary: The Romantics (2006)

“A revolta dos dĂąndis” – Albert CAMUS

Mas ainda Ă© a hora dos homens de letras. O romantismo, com sua revolta luciferina, sĂł servirĂĄ realmente Ă s aventuras da imaginação. Como Sade, ele se separarĂĄ da revolta da antiguidade pela preferĂȘncia dada ao mal e ao indivĂ­duo. Ao ressaltar seus poderes de desafio e de recusa, a revolta nesse estĂĄgio esquece seu conteĂșdo… Continue lendo “A revolta dos dĂąndis” – Albert CAMUS

“O equĂ­voco do gĂȘnio” – CIORAN

Toda inspiração procede de uma faculdade de exagero: o lirismo – e todo o mundo da metĂĄfora – seria uma excitação lamentĂĄvel sem esse ardor que incha as palavras atĂ© fazĂȘ-las estourar. Quando os elementos ou as dimensĂ”es do cosmo parecem demasiado reduzidos para servir de termos de comparação a nossos estados, a poesia sĂł… Continue lendo “O equĂ­voco do gĂȘnio” – CIORAN

Cioran e Keats: o imperativo da intensidade e poéticas do grotesco

Segundo o tradutor PĂ©ricles EugĂȘnio da Silva Ramos, o princĂ­pio da intensidade desempenha um papel fundamental na poĂ©tica de John Keats (1795-1821). Em 21 de dezembro de 1817, o poeta inglĂȘs escreveria, em carta ao irmĂŁo George, que "a excelĂȘncia de toda arte estĂĄ em sua intensidade, capaz de fazer o desagradĂĄvel ('all desagreeables') evaporar… Continue lendo Cioran e Keats: o imperativo da intensidade e poĂ©ticas do grotesco

“Mihail Eminesco” – E.M. Cioran

Este breve ensaio compĂ”e a primeira versĂŁo do BreviĂĄrio de decomposição (1949), o dĂ©but literĂĄrio em lĂ­ngua francesa de Emil (doravante E. M.) Cioran, tendo sido excluĂ­do da versĂŁo final que ganharia, em 1950, o Prix Rivarol para jovens escritores estrangeiros. A versĂŁo inicial do PrĂ©cis, intitulada Exercices nĂ©gatifs, foi publicada postumamente, em 2005, numa… Continue lendo “Mihail Eminesco” – E.M. Cioran

Abaixo as Verdades Sagradas – Harold BLOOM

POR VOLTA DO ANO 100 ANTES DA ERA COMUM, um fariseu compĂŽs o que a tradição chamou o Livro dos Jubileus, tĂ­tulo exuberante para obra tĂŁo medĂ­ocre. Esse texto prolixo Ă© tambĂ©m conhecido como o Pequeno GĂȘnesis, uma estranha denominação, pois Ă© muito mais longo do que o GĂȘnesis e compreende tambĂ©m o Êxodo. NĂŁo… Continue lendo Abaixo as Verdades Sagradas – Harold BLOOM

“Art & Civilization” – John DEWEY

Art is more moral than moralities. For the latter either are, or tend to become, consecrations of the status quo, reflections of custom, reĂ«nforcements of the established order. The moral prophets of humanity have always been poets even though they spoke in free verse or by parable. John Dewey, Art as Experience (1934) The implicit… Continue lendo “Art & Civilization” – John DEWEY

Iluminismo & Romantismo – Harold BLOOM

A NOSSA DEFINIÇÃO CLÁSSICA daquilo que o sublime literĂĄrio reivindica pode ser encontrada nas sentenças iniciais de The romantic sublime O sublime romĂąntico de Thomas Weiskel: A alegação essencial do sublime Ă© que o homem pode, no sentimento e na linguagem, transcender o humano. O que se encontra alĂ©m do humano, se Ă© que algo… Continue lendo Iluminismo & Romantismo – Harold BLOOM

“ConfissĂŁo resumida / Relendo…” – CIORAN

Os dois Ășltimos textos de ExercĂ­cios de admiração (1986) nĂŁo sĂŁo - Ă  diferença dos demais - retratos ou perfis literĂĄrios de figuras presentes ou passadas que Cioran admirava.