“Schopenhauer: o mundo como tribunal” – Susan NEIMAN

Considerem Schopenhauer um ponto de exclamação. Ele estava fora de sintonia com sua época, um século que via esforçando-se para se livrar de Kant e brindar à saúde de Leibniz (Schopenhauer 1:510). Kant deu expressão metafísica à crise e à fratura. Aqueles que o sucederam buscaram curá-la. Velhos modelos de Providência eram incapazes de sobreviver… Continue lendo “Schopenhauer: o mundo como tribunal” – Susan NEIMAN

Nietzsche sobre Schopenhauer, Mainländer e o Pessimismus alemão

Schopenhauer foi, como filósofo, o primeiro ateísta confesso e inabalável que nós, alemães, tivemos: esse era o pano de fundo de sua hostilidade a Hegel. A profanidade da existência era para ele algo dado, tangível, indiscutível; ele perdia a sua compostura de filósofo e se encolerizava toda vez que alguém mostrava hesitação e fazia rodeios… Continue lendo Nietzsche sobre Schopenhauer, Mainländer e o Pessimismus alemão