Experimentalismo, Polifonia, Polimorfismo e Fragmentarismo na “obra” de Cioran

"Este é o drama de todo pensamento estruturado, não permitir a contradição. Assim, caímos na falsidade, mentimos para salvar a coerência. Por outro lado, se praticamos o fragmento, no decorrer do mesmo dia pode-se dizer uma coisa e o contrário. Por quê? Porque cada fragmento surge de uma experiência diferente, e todas essas experiências são… Continue lendo Experimentalismo, Polifonia, Polimorfismo e Fragmentarismo na “obra” de Cioran

Cioran e o Romantismo no YouTube: texto animado e ilustrado

Um exercício hermenêutico em torno da obra e do pensamento de E.M. Cioran, no sentido de focalizar o romantismo latente ou manifesto deste pensador romeno consagrado por seus livros franceses: sua herança romântica, o fundus animæ romântico do seu pensamento existencial. Cioran, pensador – e artista – romântico: o que isso significa, pois? E por… Continue lendo Cioran e o Romantismo no YouTube: texto animado e ilustrado

“Cioran e o Romantismo: espírito, pensamento, expressão” – Rodrigo MENEZES

RESUMO: Trata-se de um exercício hermenêutico em torno da obra e do pensamento de Emil Cioran (1911-1995), no sentido de focalizar o romantismo latente ou manifesto deste pensador romeno consagrado por seus livros franceses: sua herança romântica, o fundus animæ romântico do seu pensamento existencial. Cioran, pensador – e artista – romântico: o que isso… Continue lendo “Cioran e o Romantismo: espírito, pensamento, expressão” – Rodrigo MENEZES

Pensar-ser-o-que-se-é-pensa (Emil Cioran)

Nevoia de a dovedi o afirmaţie, de-a vîna argumente în dreapta şi-n stînga presupune o anemie a spiritului, o nesiguranţă a inteligenţei şi a persoanei în genere. Cînd un gînd te năpădeşte cu putere şi violenţă, el izvorăşte din substanţa existenţei tale; a-l dovedi, a-l împresura în argumente înseamnă a-l slăbi şi a te îndoi… Continue lendo Pensar-ser-o-que-se-é-pensa (Emil Cioran)

Perfeccionismo, “Obsessão do Essencial” e a condição fragmentária (Cioran)

Nos Cahiers (p. 73), estas 2 anotações, uma seguida da outra: Chercher l'être avec des mots!- Tel est notre donquichottisme, tel est le délire de notre entreprise essentielle. [Buscar o ser com palavras! -- tal é o nosso donquixotismo, tal é o delírio de nossa empresa essencial.] Si jamais mortel a été tourmenté, supplicié par… Continue lendo Perfeccionismo, “Obsessão do Essencial” e a condição fragmentária (Cioran)

“Sobre desastres, escritura fragmentária e outras volúpias: «Notas Soltas para Cioran», de Ricardo Gil Soeiro” – Rodrigo MENEZES

RESENHA DE: Volúpia do Desastre: Notas Soltas para Ciorande Ricardo Gil Soeiro Existe um ponto de vista desde o qual o discurso pedagógico é impossível. O que se consegue ver deste ponto cego do espírito – que aqui chamaremos lucidez –, mais que dizer, apaga o dito; nega inclusive quando afirma – a sua forma… Continue lendo “Sobre desastres, escritura fragmentária e outras volúpias: «Notas Soltas para Cioran», de Ricardo Gil Soeiro” – Rodrigo MENEZES

Escritas do desastre e outras volúpias: entrevista com Ricardo Gil Soeiro, autor de “Notas Soltas para Cioran” (Labirinto, Portugal, 2019)

Ricardo Gil Soeiro é poeta e ensaísta. Doutorado em Estudos Literários pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde é investigador do Centro de Estudos Comparatistas, desenvolve pesquisa sobre literatura comparada, teoria da literatura e estudos pós-humanistas. Organizou e traduziu o volume As Artes do Sentido, de George Steiner (Relógio D’Água, 2017), traduziu Confissões… Continue lendo Escritas do desastre e outras volúpias: entrevista com Ricardo Gil Soeiro, autor de “Notas Soltas para Cioran” (Labirinto, Portugal, 2019)