O Belo & a Consola̤̣o РRichard RORTY

Como escreveu alguém num blog: «A uma dada altura a SIC passou aquele que talvez tenha sido o melhor programa de televisão alguma vez feito.» Entre 1 de maio de 2001 e 15 de maio de 2002 e depois repetido em 2006 a SIC, na rubrica (quinzenal) "Noites Longas", apresentou um programa de entrevistas que… Continue lendo O Belo & a Consolação – Richard RORTY

“O pêndulo entre a filosofia fundacionista e a cultura literária: uma interpretação da filosofia de Richard Rorty a partir da teoria poética de Harold Bloom” – Heraldo Aparecido Silva

RESUMO: O objetivo da tese é analisar a filosofia de Richard Rorty a partir da teoria poética de Harold Bloom. Na avaliação de Rorty, a Filosofia como atividade fundacionista deve ser substituída pela filosofia como atividade literária. Assim, tanto a epistemologia de tipo cartesiano quanto a filosofia analítica, compreendidas como atividades de fundamentação e legitimação… Continue lendo “O pêndulo entre a filosofia fundacionista e a cultura literária: uma interpretação da filosofia de Richard Rorty a partir da teoria poética de Harold Bloom” – Heraldo Aparecido Silva

O neopragmatismo de Rorty – Inês Lacerda ARAÚJO

"Para Rorty, a linguagem é contingente. Apenas as linguagens podem ser verdadeiras, e elas são obra nossa; ao formular frases verdadeiras, fabricamos verdades. A linguagem não expressa entidades não-lingüísticas, nem representa fatos. Rorty diz “deixar de lado a idéia de linguagens como representações e ser profundamente wittgensteiniano em nossa abordagem da linguagem seria desdivinizar o… Continue lendo O neopragmatismo de Rorty – Inês Lacerda ARAÚJO

“Art & Civilization” – John DEWEY

Art is more moral than moralities. For the latter either are, or tend to become, consecrations of the status quo, reflections of custom, reënforcements of the established order. The moral prophets of humanity have always been poets even though they spoke in free verse or by parable. John Dewey, Art as Experience (1934) The implicit… Continue lendo “Art & Civilization” – John DEWEY

“Um Argumento Negligenciado para a Realidade de Deus” – Charles S. PEIRCE

Cognitio: Revista de Filosofia, PUC-SP, São Paulo, v. 4, n. 1, p. 98-133, jan.-jun. 2003 I [452] A palavra “Deus”, assim “em maiúscula” (como nós americanos dizemos), é o nome próprio definível, significando Ens necessarium : segundo minha crença, Realmente criador de todos os três Universos de Experiência. Algumas palavras deverão aqui dentro ser escritas… Continue lendo “Um Argumento Negligenciado para a Realidade de Deus” – Charles S. PEIRCE

“Um argumento negligenciado”: Charles Peirce e a experiência do divino como “devaneio” – Alberto Augusto PERAZZO

Revista CULT, ano 11, n. 131, dezembro de 2008 O pragmaticismo de Charles Peirce aposta na experiência divina como “devaneio” e traz três argumentos para investigar a Realidade de Deus Charles Sanders Peirce (1839-1914), conhecido como o fundador do pragmaticismo (em substituição do “pragmatismo”), apresenta uma reflexão vigorosa sobre o tema do conhecimento fundado na experiência.… Continue lendo “Um argumento negligenciado”: Charles Peirce e a experiência do divino como “devaneio” – Alberto Augusto PERAZZO

Ceticismo (Charles Landesman)

Prefácio Ideias céticas podem ser encontradas em muitos textos da filosofia grega antiga; elas reaparecem na filosofia moderna em novas versões e continuam a ter influência até os tempos atuais. Empregaram-se argumentos céticos para corroborar visões filosóficas que, embora não totalmente céticas, tendem para essa direção: termos como relativismo, convencionalismo, construtivismo, anti-realismo, pragmatismo e subjetivismo… Continue lendo Ceticismo (Charles Landesman)